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ANTIGAMENTE

Antigamente- Todos os dentistas sabiam tratar de canal e recuperavam a maioria dos dentes com pivôs e obturações.
Hoje só pensam em implantes. Um único dente, além da demora de 6 meses, não sai por menos de 4 ou 5 mil reais.

Antigamente Havia o médicos da família que examinava o paciente, fazia o diagnóstico e invariavelmente receitava as injeções. Muita gente deixava de ir ao médico com medo das injeções. Hoje, parece que comprimido deve dar mais lucro.
O Pronto Socorro era a Farmacia. Tinham Farmaceuticos que eram melhores que médicos.
Conheço muita gente que faz turismo ambulatorial, hospitalar e laboratorial, terminam uma consulta e já estão pensando na próxima. Quando se precisa realmente de médico, se não tiver um plano de saúde e um bom Pronto Socorro a situação fica complicada.

Antigamente<- O Clínico Geral resolvia quase tudo, hoje, ele manda para um especialista, que por sua vez manda fazer um porção de exames.O resultado é: STRESS ou VIROSE.

Antigamente- Existiam alguns fortificantes bons e baratos que não dependiam de receita médica.
O Neuro Fosfato Escay líquido era muito bom. Foi substituído por comprimidos multi-vitamínicos caros de resultado duvidoso.
O Biotônico Fontoura que hoje é considerado panacéia foi muito bom para mim. Quando era jovem, eu sofria de um mal muito ruim, me embaralhava a vista como se fosse a resistência de uma lâmpada e logo a seguir uma fortíssima dor de cabeça. Um amigo disse que era fraqueza, para eu tomar o Biotônico. Tomei uns dois vidros e nunca mais tive este problema.
Haviam outros fortificantes famosos, como o oleo de fígado de bacalhau, mas eu nunca tomei.
Me fazia muito bem, também, a injeção Metiocolim b12, como anti-tóxica do fígado. Até hoje, só vou ao médico uma vez por ano para uma revisão por causa dos meus 78 anos, mesmo assim a contra-gosto.

Antigamente – A gente ia ao cinema como se fosse a um teatro: Cines Marrocos, Olido, Ipiranga e Payssandu, verdadeiros palácios, hoje abandonados e alguns passando só filmes pornôs.
Hoje vamos em shoppings com salas pequenas e frequentadores mal educados.

Antigamente – A gente ouvia todo tipo de musica no rádio, músicas boas, nacionais e estrangeiras, portuguesas, espanholas, alemãs, russas, francesas, italianas, andinas, paraguaias, argentinas e até americanas. Hoje, qualquer programinha de calouro, mesmo não sabendo uma palavra, o pessoal só canta ingreis. Parece que o idioma é mais sonoro. Falta uma cultura mundial.
Hoje, só ouvimos americanas e nacionais de má qualidade. É uma lavagem cerebral.
Depois de uma ou duas notícias, ou algum anúncio, antigamente, o locutor dizia; e agora dando prosseguimento a nossa parte musical, ouviremos com Cauby Peixoto, de Ari Barroso a Quarela do Brasil. Eram sempre mencionados, o cantor, o compositor e até a orquestra ou acompanhamento.
Acho que deveria ter aula de cultura musical nas escolas. Meu filho de 45 anos não sabe quem foi Luiz Gonzaga, Pixinguinha, Frank Sinatra, apenas como exemplo.
Hoje, mesmo que a gente goste de alguma música, não dá para saber quem está cantando. O mesmo acontece na TV, se voce não pegar o início, não vai ficar sabendo porque o apresentador só fala você, ele, aquela, lá e outros pronomes indefinidos.

Antigamente – Só se iniciava na vida sexual com as profissionais. Depois tome injeção de Benzetacyl para curar as gonorreias. Hoje as meninas é que querem furunfar.
O nosso saudoso ex presidente José Alencar, ameaçado por uma moça que dizia ser sua filha, disse que só podia ser filha da p…, porque no seu tempo era só na Zona. Nunca teve outro relacionamento.

Antigamente – Iamos aos bailes tambem, para apreciar as orquestras e os cantores. Quem ouviu O Miltinho cantar no Avenida Danças ou curtiu a Orquestra Tabajara de Severino Araujo que o diga.
Hoje o alto som das baladas (ex-Inferninhos) não dá nem pra conversar.

Antigamente – Depois dos bailes, em pleno centro da cidade, praça da Sé, Praça da República íamos comer bauru e esperar o ônibus ou o bonde até as 6 da manhã sem nenhum problema. Hoje, temos que ter cuidado até com os próprios seguranças dos estabelecimentos.

Antigamente – A praia dos paulistanos era o Aeroporto de Congonhas, onde ficávamos em uma espécie de arquibancada vendo os aviões. Hoje é o Shopping.

Antigamente – O Shoppimg dos Paulistanos era o centro da cidade: grandes lojas, Mappin, Mesbla, belos cinemas, bares, lanchonetes, Bar Brahma, Cinelândia, Salada Paulista e outros na Avenida São João e Ipiranga.
Hoje, é a Cracolândia. Chorei?

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DOBRADINHA

INGREDIENTES
1 kg de bucho em tiras finas
1/2 kg de feijão branco
2 tabletes de caldo de carne
1 pacote de molho de tomate 200 grs
1 linguiça calabresa defumada
1/2 xicara de azeite
6 dentes de alho, 3 folas de louro e 1 colher sobremesa de alecrim
1 colher de chá de pimenta do reino
2 cenouras em pedaços
1 chuchu em pedaços
2 cemouras e, pedaços médios
2 cebolas em pedaços (pétalas)
2 pimentões verdes em pedaços

PREPARO
Se achar que o feijão está duro (veja no dente) deixe de molho a água de véspera .
Corte as tirinhas do bucho em pedaços de 5 cm e dê uma boa fervida com bastante água e suco de 1 limão e deixe até o dia seguinte.
Escorra e esprema bem, coloque o bucho em uma panela de pressão de bom tamanho. Cubra com água, mais o molho de tomate e as folhas de louro e o alecrim. Cozinhe na pressão por 35 minutos.
Desligue e aguarde perder toda a pressão.
Acrescente o feijão pré aquecido e cozinhe junro com a cenoura por 10 minutos na pressão.
Finalmente, continue cozinhando com a panela aberta, junte os temperos e os demais ingredientes pela ordem de consistência:
Cenoura – chuchu – talos de repolho – cebola e pimentão verde ou outros legumes à gosto.
Por último, frite o alho picado no azeite e jogue no panelão, mais a pimenta do reino e os tabletes ou sachês de caldo de carne.
Controle o caldo, se estiver líquido, deixe em fogo baixo, sempre com a panela aberta até ficar cremoso nem muito liquido, nem muito secvo.
VARIAÇÕES
Pode substituir o bucho por carnes e linguiça, fica uma feijoada branca ou cassoulet para os chiques. Neste caso usa-se tambem batata.

CACHAÇA

Estou escrevendo este post, mas não quero que entendam como incentivo para que bebam. No final, cada um deve fazer o que lhe for melhor.

Churrasco - 1956

Churrasco – 1956

Estou com 77 anos de idade e até bem pouco tempo, quando me perguntavam se tomava algum medicamento, eu afirmava que sim, que eu tomava calmante e antidepressivo; Calmante: Uma mineirinha da boa; Antidepressivo: Uma cervejinha. Agora, infelizmente, me convenceram a tomar remédio para pressão e colesterol.
Passei a beber com mais regularidade depois dos 50 anos. Só bebo cachaça da boa. Daquela que matou o guarda, nem pensar. Sou apreciador e conheço quando a cachaça é boa.

Me considero um alcoólatra controlado, tomo diariamente, como aperitivo no almoço e no jantar e nunca fico bêbado, tomo sempre a dose certa. Antes de me aposentar, só bebia no jantar. A moda atual é tomar inibidores de apetite e eu faço exatamente o contrario, tomo um abridor de apetite.
Todos os médicos que consultei afirmaram que pouco de álcool é bom para organismo, desde que a pessoa se sinta bem.
O nosso organismo avisa quando parar. Foi assim com o cigarro. Fumei por 25 anos, parei a 40, e ainda, em radiografia recente apareceu mancha no pulmão.
Parei num dia primeiro do ano, após ter fumado muito no reveillon e amanhecido com dor no peito.

ZÉ VICENTE
O Sr. ZÉ VICENTE que mora em um barraco de madeira no Parque da Ferradura, perto da Truticultura da Cachoeirinha em Campos do Jordão, parou de beber a 2 anos atrás para poder tomar remédio para pressão. Em Campos do Jordão é normal as pessoas terem pressão alta por causa da altitude 1800m. O interessante é que ele está lúcido e forte e deverá comemorar este ano 107 ANOS DE IDADE.
Eu o visitei recentemente conversamos bem. Gosta de receber visitas.

A ORIGEM
Devo confessar que sou de uma família de alcoólatras. Aprendi que para beber bastante (tempo) tem que beber pouco.
Os que não souberam beber, tiveram que parar.
Na minha terra, Mococa, divisa com Sul de Minas, costumava aparecer ótimas cachaças, que meus tios compravam e eu acabava experimentando. Vale dizer que eles eram apreciadores e nunca ficaram bêbados.
Meu pai, que era muito boa pessoa, mas que infelizmente, não sabia beber e vivia chegando bêbado em casa. Minha mãe chegou a colocar um remédio na comida para que ele não bebesse. Acabou tendo que parar mesmo de beber.
Conheço outro caso de uma pessoa muito boa que parou por causa da cirrose. Em todos os casos, a pessoa não pode tomar mais nenhum gole.

A LIÇÃO
A foto acima foi tirada num churrasco do Banco F. Barreto, onde apareço atrás da diretoria (e dos Puxa-sacos, Já tinha tomado algumas.
O meu chefe levou um litro de uma cachaça muito boa e me mostrou onde tinha escondido, com a recomendação: nâo conte pra ninguém. Eu encontrava um amigo e fazia a mesma coisa e aproveitava para tomar um gole.
Quando saiu o churrasco, peguei uma carne muito dura e continuei bebendo de estômago vazio.
De repente, comecei a passar mal e tive que ser levado ao Pronto Socorro para tomar soro na veia. Dormi até o dia seguinte.
A foto me ajuda lembrar duas coisas importantes:
1-Com cachaça não se brinca.
Fiquei muito tempo bebendo só socialmente e alguns cuba-libres nos bailes.
Só voltei a apreciar a cachaça depois dos dos 50 anos, quando descobri algumas cachaças boas aqui em São Paulo.
2-Não se deve beber sem comer nada logo em seguida, nem que seja um petisco ou tira-gosto.
Depois disto, tive mais 2 problemas, bem menores, originados por bebidas doces.
Fiquei muito tempo sem tomar caipirinha, depois aprendi que a caipirinha deve ser tomada como digestivo e não como aperitivo.

EFEITOS DA CACHAÇA
Normalmente, o álcool faz realçar o temperamento da pessoa. Quem é violento, fica mais violento, quem é brincalhão fica mais brincalhão e às vezes, até chatos. Quem é triste chega até a chorar. Eu, não me classifico em nenhum desses tipos. Eu era brincalhão, sem ser chato e hoje bebo para relaxar e abrir o apetite. Desisti de contar piadas, porque hoje parece que todo mundo está mal humorado e nem explicando a piada alguém ri.
Eu conheço alguns que até fazem cara feia.Sou viciado em fazer trocadilhos, de vez em quando, esqueço e faço um (mesmo sem precisar beber) , levo a maior bronca da minha ilustre consorte, que detesta brincadeiras.(?_;)
Meu cunhado, quando bebia, engrossava com todo mundo. Em compensação, dois amigos de sinuca que não bebiam nem água, quebraram o pau (literalmente, um quebrou o taco na cabeça do outro).
Devo lembrar que se a pessoa já estiver p. da vida, mesmo que tenha índole boa, não deve beber que poderá ficar violenta. A cachaça é ótima para relaxar, quando a pessoa está cansada ou chateada e não quando está furiosa.
Quando era jovem, era um excelente atleta, fazia acrobacias na barra fixa, lutava boxe e fazia musculação, comecei a frequentar bailes (hoje baladas) e tomar cuba-libres e tive que parar. No boxe, só apanhava.
Atualmente, só me preocupa a barriga, como a cachaça tem muita caloria e ainda abre o apetite, é inevitável engordar.
No mais, estou com bastante disposição, faço caminhadas e trabalho (cozinho) bastante, nos meus 77 anos.

A TRANSFUSÃO
Tive aos 20 anos de idade, um reumatismo infeccioso que me consumiu 3,5 anos de salário. Em um dos muitos tratamentos, fiquei internado no hospital comendo sem sal. Logicamente, não comia nada. Quando saí, resolvi me recuperar e tomei um medicamento chamado Iberin Ferroso para anemia. Era duro como ferro e causou um forte hemorragia no estômago. Conclusão, voltei para o hospital e anunciaram na rádio pedindo doadores. Foi de um amigo que tomava umas, que veio doar o sangue que me reanimou. É mole?

A MISSA
Morei alguns dias com meu tio que era zelador do Instituto Pasteur na Avenida Paulista próximo da Igreja que ficava na Brigadeiro Luiz Antonio. Antes da macarronada que a Tia fazia, meu tio me convida para a missa das onze. A missa, nada mais era do que uma sessão de aperitivos e muitos papos em um boteco próximo da Igreja. Eu não conseguia tomar mais do que uma Tatuzinho, mas o meu tio era forte e tomava umas 3 ou 4, era um excelente Happy Hour.

TURISMO ALCOOLÓGICO
Certa vez, vi num Posto da Fernão Dias, em uma redoma de vidro, uma garrafa de cachaça (garrafa simples destas de cerveja) preço na ocasião (12 anos atrás) R$ 350,00. Perguntei: Tem alguém que compra? O vendedor respondeu: O quanto tiver, tem gente que deixa encomendado.
Era a Havana, hoje Anísio Santiago, Havana era um rum Cubano famoso. A história é a seguinte: O Sr. Anísio fabricava com carimbo e não vendia pra ninguém, só estocava em tonéis de bálsamo. A cachaça era tão boa, que ele usava para pagar os empregados, que revendiam por bom preço. Quem insistia em comprar tinha que pagar um bom preço.
O Sr. Anísio morreu e os herdeiros passaram a comercializar o grande estoque que ele deixou.
A boa cachaça, não precisa necessariamente ser cara. Nas minhas viagens descobri vários alambiques pequenos em algumas cidades com ótimas cachaças: Salesópolis, Socorro, São Luis do Paraitinga, Monte Alegre do Sul e Luminosa-MG, para citar as mais próximas. Na Serra do Rio Rastro em São Joaquim-SC encontrei uma excelente, pena que não quis comprar garrafão para não aumentar a bagagem. Em Betim, visitei a Fazenda Vale Verde, cachaça premiada e descobri que eles só fabricavam em um período do ano que a cana estava madura, no resto do ano só estocavam para a cachaça descansar.
Quase sempre, uma cachaça cara, com embalagem bonita, não é uma boa. Tem muitas empresas que compram cachaças, compram garrafas bonitas, temperam e vendem como envelhecidas, eu não compro, mas já ganhei muitas dessas.

A BOA CACHAÇA
Uma boa cachaça geralmente é feita em pequenos alambiques, por alguém que gosta e se orgulha do que faz.
Uma boa cachaça deve seguir alguns princípios:
1) Cana de boa qualidade;
2)Fermentação natural do caldo bem feita.Alguns chegam a verificar no silencio da noite noite se a fermentação terminou. Acho que deve ter algum processo mais moderno.
3)Na destilação, deve-se jogar fora os primeiros litros (cabeça) e os últimos litros (rabo), aproveitando só o corpo.
A cabeça é muito forte (quase álcool) e o rabo pode conter alguns resíduos de cobre.
As cachaças artesanais são sempre feitas em alambique de cobre, acham que fica melhor.
Na Universidade de Agricultura Esalq da USP, de Piracicaba tem curso de fabricação de cachaça. Meu filho Cezar estudou lá e me trouxe alguns litros e a cachaça é muito boa.

CACHAÇATERAPIA
No nordeste e em algumas regiões usam muito a cachaça curtis com ervas e raízes, como medicamento.
Tem uma garrafada que eles chamam de Pra Tudo, dizem que levanta até defunto, eu, nunca tomei.
Eu consegui curar uma bronquite de mais de três anos com uma receita que eu mesmo inventei: Cachaça, mel e mentruz, batidos no liquidificador. Não é para encher a cara. Eu tomava um copinho pequeno a noite, e deu certo a experiência.

O SANTO
Confesso que não acredito, mas toda vez que eu precisei ele me ajudou.Quando estou esperando noticia de um filho que não chega ou tenho que fazer uma viagem, sempre deixo reservada meia dose para o Santo.
Em um Hotel Fazenda na cidade de Bananal em um casarão do século 19, tombado pelo Patrimônio Histórico. tinha um altar com 3 ou 4 garrafas de cachaça para oos hospedes degustarem e alguns copinhos com restos que diziam eram reservados para os Santos.

PIADA CLÁSSICA
Contada pelos caipiras: O sujeito tinha acabado de ganhar um litro de uma preciosa. Com a pressa de chegar em casa para tomar logo um gole, tropeçou e levou um baita tombo. Sentiu um líquido escorrendo pelo corpo e exclamou:
TOMARA QUE SEJA SANGUE.

CONCLUSÃO

Se tomada com critério, a CACHAÇA é uma boa bebida. As demais, não servem como aperitivo. É comum ver pessoas que tomam um litro de Whisky por dia. Vi uma atriz famosa de novela, filmando em uma metalúrgica, acompanhada de 1 litro de vodka. A onde ela ia o litro ia atrás. O Vinicius que o diga.
Quanto aos jovens, esperem para começar a beber depois dos 40 e depois que já tiverem sucesso em suas vidas. PARA RELAXAR.
Quando jovem, eu ia em bailes, tomava uns dois ou três cuba-libres para descontrair, mas o meu objetivo era namorar.
Hoje, infelizmente a molecada vai às baladas para beber (inclusive as mulheres) – Depois provocam acidentes ao dirigir!

Base

Pizza de omelete

INGREDIENTES
4 ovos
Sal a gosto (2 pitadas)
Pizza a gosto ( a da foto foi atum e sardinha)

PREPARO
Bata bem 2 ovos e despeje no centro em uma boa frigideira antiaderente com pouco de azeite de modo a formar uma base redonda para a pizza.
Coloque esta base em uma forma utilizando uma espátula, se necessário.
Bata os outros 2 ovos e espalhe por cima. Se quiser deixar mais macia, adicione uma colher de leite.
Cubra com os ingredientes da pizza desejada e leve ao forno quente por 5 minutos (180 graus).

Cegueira

Vários médicos já me disseram: tem uma noticia boa e uma ruim; A boa é que eu não vou ficar cego, a ruim é que não tem cura.

vou precisar de lentes ou lupas de até 16 graus para ler documentos. A visão periférica está boa, mas o a visão central ficpu ruim. É O QUE SE CHAMA DE VISÃO SUB-NORMAL.
CONCLUSÃO: Tenho que me adaptar com as lupas e muita paciência.

O QUE NÃO CONSIGO FAZER: Assistir filmes legendados. Só assisto filmes brasileiros, ou dublados. Ler jornais, livros e revistas.

O QUE CONSIGO FAZER COM DIFICULDADE: Com óculos de 14 graus mais lupa e boa luminosidade, consigo ver alguns documentos, assim mesmo só vejo o que interessa, data, vencimento, valor e o que se refere. Descascar batatas, a pele é da mesma cor, fazer fatias finas de salaminho e legumes (antigamente eu fatiava melhor que na máquina). Pegar ou colocar qualquer coisa da mesma cor. O café, tenho que por em xícara branca, o leite em caneca escura. Sinuca, só como exercício visual e de paciência. As bolas desaparecem e tenho sempre que calcular uma margem de diferença para acertar.Futebol na TV espero o replay para ver os gols, bem perto da TV. DATILOGRAFAR: Agora, após quase 4 anos estou conseguindo datilografar.Tatilografava os textos com indicador da mão direita e errava muito. Me esforcei e hoje estou datilografando , Ler emails com a lupa do Windows (magnifier) mais a lupa manual.
Agora descobri que erro menos DATILOGRAFANDO com os 10 dedos (jun/15)

O QUE CONSIGO FAZER COM RELATIVA FACILIDADE: Caminhadas, tomando cuidado para atravessar a rua e não tropeçar (já caí tropeçando em uma tartaruga). Cozinhar utilizando o tato e graças a minha experiência.

O QUE NÃO DEVO FAZER:
Dirigir. Corro o risco de bater na guia e só vejo os imprevistos quando já estão muito perto. Quase passei por cima de canudos. O perigo são os pedestres que abusam. Já faz um ano e meio que não dirijo. Não posso também fazer movimentos automáticos sem prestar muita atenção, já quebrei copos e derrubei bebidas por erros de cálculo.

VANTAGENS:
A minha esposa tinha medo de dirigir em estradas e hoje ela dirige bem e até gosta. Ela está aprendendo bem a se virar na internet e conferir extratos de Bancos, ficando mais independente.

MAIOR PROBLEMA
Como não usop crachá, tidos acham que eu enxergo o que muitas vezes dá mal entendido e confusão.
Mesmo quem sabe do meu problema, esquece e pergunta V. viu isto, V. viu aquilo?

V O U   C O N T I N U A R    T R E I N A N D O – Obrigado!

INGREDIENTES

1/2 peito de frango
1 envelope ou tablete de caldo de galinha
1 colher de chá de coentro em pó
1 colher de chá de pimenta síria
1 tomate bem picadinho
1 cebola bem picadinha
1/2 copo de manjericão picado
1 copo e 1/2 de arroz
1/2 copo de milho verde cozido

PREPARO

Cozinhe previamente o peito de frango picado com 1 litro de água, juntamente com o caldo de galinha. Coe e reserve o caldo, acrescentando o coentro e a pimenta síria.
Desfie bem o frango em pedaços pequenos e reserve.
Em uma panela côncava ou frigideira alta, frite no azeite (3 colheres de sopa), conforme segue:
1 – cebola picada
2 – frango desfiado
3 – milho verde
4 – tomate picado
5 – arroz

Finalmente, refogue tudo com o caldo bem quente até o arroz ficar bem cozido, completando o caldo aos poucos (+- 20 minutos). Acrescente o manjericâo no meio do cozimento. Desligue o fogo com o arroz ainda bem úmido, tampe bem e deixe descansar mai 10 minutos para ficar bem cozido.
Se gostar, use arroz arbóreo. Neste caso, coloque o liquido (molho) fervendo aos poucos e mexendo sempre.
Serve bem 4 pessoas. Sugestão de acompanhamento: salada verde.

Peixe assado, quase todo mundo sabe fazer, parece que não tem segredo, mas o importante é ficar firme e saboroso.

INGREDIENTES

1 peixe grande ou 2 médios de acordo com a forma e forno, pode ser Tainha, Pescada Cambucu, Robalo, etc.
Lombo de badejo tambem fica bom
5 ou 6 batatas descascadas e cortadas em rodelas
1 cebola péquena picada 3 colheres de sopa de azeite, 1 limão, 2 colheres de sopa de molho de pimenta, 2 dentes de alho, 1 colher de sopa de coentro em pó (preferível 3 ramos de coentro fresco) e sal a gosto.

PREPARO
Limpar bem o peixe colocando-o em uma forma de tamanho suficiente
Bata todos os temperos no liquidificador ou com o mi formando uma pasta – esfregue bem no peixe toda esta pasta – vire de vez em quando e deixe marinar por 1 hora.
Na hora de assar faça uns cortes profundos no lombo do peixe, dos dois lados e  cubra com papel aluminio e coloque-o sobre as batatas em rodelas. As batatas que não couberem debaixo do peixe, deverão ficar bem encostadas no peixe.
ou em ultimo caso, por cima.
Forno pré-aquecido 180 graus por 30 minutos, com 20 minutos verifique se não está ficando muito seco e coloque  1/2 copo de água, se precisar. Com 30 minutos retire o papel aluminio e regue um pouco de azeite. Deixe mais 5 ou 10 minutos para corar.

Servir na propria forma ou retirá-lo com bastante cuidado com duas espátulas, colocando as batatas por cima com orestante do  caldo  que ficar na forma. Neste caso é preciso ter uma boa travessa.