Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Outros’ Category

AMIGOS

Amigo é a coisa mais importante que existe. Se não fossem meus amigos eu não seria nada que sou hoje, principalmente no aspecto profissional.

Apesar de eu sempre ter correspondido, lutado e trabalhado bastante,  muitas das chances que tive na vida, devo aos meus amigos.

Amigo não é só companheiro, não é preciso estar com a gente todo dia, o  verdadeiro Amigo é aquele que sempre lembra de você e te ajuda na hora certa.

O verdadeiro amigo é aquele que te xinga e dá bronca e te dá conselhos e críticas objetivas .

É melhor uma bronca sincera do que um elogio falso. Amigo que é amigo a gente pode chamar de “Fidubuta”.

Hoje, com o meu sistema de vida atual, 75 anos e aposentado,  só tenho um amigo que posso chamar de  “Fidubuta “, o Borbão – foto acima. Sempre que passo em frente, o cumprimento.

Minha mãe  era cri-cri, mas ela sabia das coisas, e sempre me dizia: Veja com quem anda, escolha bem  suas amizades e sempre me dava bronca quando achava que eu não estava andando com boas companhias, lembrando os  ditados: Digas com quem andas que direi quem tu  és  e  Antes só que mal acompanhado.

Tive todo tipo de amigos, nunca discriminei nenhum, respeitava todos e todos me respeitavam, nunca me trouxeram nenhum problema, ao contrário, a maioria sempre me ajudou.

Tive amigos negros,  um deles a gente chamava de Bola Sete, amigo turco que chamava de brimo (primo), amigo português que chama de batricio (patricio).

Tive amigos doidões, brincalhões,  inteleques e  o chato que  geralmente é o amigo do peito, aquele que aparece a qualquer hora, mesmo  sem desconfiar que está atrapalhando.

O amigo da Onça, felizmente não tive nenhum.

Dizem que o cão é o melhor amigo do homem. Há controvérsias, eu já acho que o homem é que é o melhor amigo do cão.

Outros acham que o whisky é o melhor amigo, só que é engarrafado, eu prefiro uma boa cachaça, na dose certa, apenas como aperitivo. O whisky não serve como aperitivo e o pessoal fica viciado e bebe a qualquer hora.

Quando estive no hospital com uma hemorragia no estômago causada por comprimidos de ferro para anemia, vários amigos compareceram para me doar sangue.

Naquele tempo a doação era feita diretamente do doador para o paciente, não existia sangue estocado.

Por coincidência o sangue que me reanimou foi o de um amigo que tomava umas e outras.

O Helio Fortes foi um dos meus amigos de fotografia. (veja post sobre fotografia)

Ele tanto fez, que, mesmo com os poucos recúrsos de que dispunha, resolveu filmar o meu casamento.

Como não tinhamos projetor, conseguimos ver o filme só uma vez .

Naquele tempo (1965)  não existiam  filmadoras digitais, era fita de cinema mesmo. Alugamos um projetor e não soubemos usá-lo e o filme estragou.

Foi uma pena, porque ele havia filmado o avô da minha esposa, Sr. Atushi, com 85 anos,  fazendo uma apresentação com uma legítima espada de Samurai.

Como era relíquia, quando ele faleceu, foi passada para outro japonês da familia, para ser preservada.

O José Carlos dos Reis foi outro amigo de fotografias, e foi um exemplo de como deve ser um verdadeiro amigo, aquele  que sempre  lembra dos amigos, mesmo estando distante.

Estando já em São Paulo  e fazendo  uns 2 ou 3 anos que a gente não se via, ele me localizou e me surprendeu, convidando  para trabalhar com ele em uma subsidiária da Cosipa.

Ele era auditor na Cosipa e sentiu a necessidade de reformular a administração na firma de  Mineração da Cosipa e o cargo era de gerente de contabilidade.

Apesar da indicação dele, tive que fazer 3 dias de testes, que ele chamava de teste para astronauta. Felizmente fui bem e consegui o cargo.

Meu filho André sofreu um acidente grave há mais de 8 anos. Tinha muitos amigos e todos sumiram.

Só um ainda se preocupa com ele, o Alexandre (Babá) que sai com ele toda semana para ir a Igreja Adventista e comer pizza, e, ainda lhe dá bronca não deixando comer sobremesa para não engordar.

Nesta lista de amigos  especiais, não tenho a menor dúvida que, para mim,  o meu avô LUIZ foi lo mais importante.

Foi ele que me pegou pelo braço, quando eu ainda era moleque e levou para matricular no cúrso noturno de Técnico em Contabilidade.

O quintal da casa dele era uma verdadeira chácara, tinha mangueiras, jabuticabeiras, goiabeiras, laranjeiras e eu aproveitava para fazer exercícios, plantar  milho e caçar rolinhas, que eu limpava e salgava durante o dia e comia de noite junto com meu avô, assando no espeto no fogão a lenha.

Para encerrar esta lista de amigos importantes, não posso me esquecer Dele – DEUS.

Ele sempre está sempre  me testando com alguns  problemas e sacrifícios, como se estivesse sempre querendo dizer, não se esqueça de Mim,  estou de olho em você.

Mesmo assim, Ele tem me dado  grandes alegrias, e, não posso reclamar:

Uma familia maravilhosa, esposa, filhos, netos e noras, todos com saúde e boas pessoas.

Dormi no volante e fui salvo pela buzina de um camioneiro. Sofremos assalto a mão armada durante duas horas e escapamos ilesos.

Trabalhei 20 anos na Fiscalização Direta de Tributos, enfrentando muitas vezes alguns verdadeiros bandidos, ou contribuintes revoltados e consegui me aposentar sem nenhum arranhão, tanto fisico, como profissional.

Deus me deu um auto controle muito grande que posso até dizer que é a minha maior virtude.

Com os meus 75 anos, posso considerar que estou com uma saúde relativamente boa.

Ainda consigo jogar sinuca duas vezes por semana,jogando  bem contra adversários bem mais jovens.

Tenis de mesa também ainda consigo jogar mais ou menos bem.

OBS: Não sou adépto de nenhuma religião especificamente, más, acredito muito em Deus, e, principalmente na sua Justiça.

Acho que se eu continuar  respeitando os meus semelhantes, tratando bem dos animais e das plantes, agindo sempre com Amor (esta é a palavra chave),  Deus sempre me ajudará, desde que eu também O ajude, ou seja, ele me dá 10% e o restante eu tenho que me virar.

 

Anúncios

Read Full Post »

A PROLE

Um caipira estava sendo entrevistado em uma firma e o entrevistador perguntou:   O Sr. tem uma prole grande?

O caipira admirado respondeu: Ói moço, não é muito grande não, mais as muié num tem recramado.

O entrevistador deu uma risada e fallou: Não é isto que o Sr. está pensando, prole é a quantidade de filhos.

An bão. Num é muito não, tenho só 8 filhos vivos, 2 morreram. A minha irmã teve 12 e a minha mãe 15.

Esta historinha dá para ter uma idéia de como é a natalidade no Brasil.

Hoje temos a Televisão que é um verdadeiro anestésico. Quem tem TV no quarto geralmente dorme com ela ligada.

As pílulas e um pouco mais de informação, em algumas regiões, a natalidade ficou um pouco mais controlada.

Nós tivemos 4 (acho que exageramos) – No começo, 3 em seguida com diferença de 1 ano cada,  todos homens.

Quando eram pequeninos, saiamos com os 3 em um único carrinho de bebê e o pessoal pensava que eram gêmeos.

Na foto acima, a prole inicial de 3.   Na foto abaixo a atual de 4.

Na realidade, o trabalho para criar os 3 pequenos é o mesmo de criar um. Não tendo muita diferença de idade eles brincam juntos e quase não brigam. Se tiv er 3 anos de diferença, dá muito mais trabalho por causa dos ciumes.

10 anos depois, tentamos uma menina e veio outro sacudo.  A  primeira coisa que a gente vê quando a criança nasce é o sexo.

Graças a Deus conseguimos criá-los  bem.

O pessoal antigo costuma dizer que quem tem um, não tem nenhum, porque se morrer fica sem.

Filho é para sempre. Os pais cuidam  dos filhos a vida toda. Os filhos nem sempre cuidam. Geralmente casam, formam nova familia e fica dificil cuidar de um idoso, principalmente se ele ficar caduco ou não tiver independência para se cuidar.

A Melhor solução e colocá-lo numa casa de repouso, fazer visitas periódicas e conversar sobre assuntos de seu interesse e mantê-lo informado sobre as novidades da familia.

Shopping Interlagos –    Toda vez que vou ao Shopping Interlagos, geralmente aos sábados, fico  admirado  de ver a quantidade de crianças passeando com os pais. O Shopping é bem grande e não se consegue andar  10  metros sem cruzar com um carrinho de bebê ou uma criança com menos de 5 anos. (fora as maiores)

Foi isto e mais o que eu vi na Europa é que me deu a idéia de falar sobre o assunto.

Visitando um convento em Padova, na Italia, conversamos com um padre brasileiro que se queixou: Aqui é uma maravilha, só que infelizmente não querem ter filhos. Batizado aqui é coisa rara.

Isto foi há 18 anos atrás. (repito 18 anos)

Foi o que constatamos durante os 15 dias que ficamos na Italia, França e Espanha visitando Museus, Shoppings e lugares turísticos tradicionais. Só vimos uma criança e era neguinho, provavelmente adotado.

Um detalhe, até hoje (2011) não aguento mais ver MUSEUS,  fiquei intoxicado de tanto ver museus  na  Europa.

Talvez no campo ou no interior na Europa nasça alguma criança, mas não deve ser muitas porque senão o Padre não teria reclamado.

Esta fertilidade do povo brasileiro seria ótima se os nossos politicos se preocupassem em dar educação. Em pouco tempo seriamos uma grande nação, mas parece que eles não querem porque perderiam os eleitores.

No norte e nordeste.   Maranhão, Piaui, Alagoas, Paraiba,  etc. ainda temos os coronéis que mandam no Brasil e  graças ao analfabetismo mantém um  controle sobre os eleitores.

No Acre, por exemplo se você falar mal de um simples vereador, corre o risco de amanhecer com a boca cheia de formiga. Lembram do Chico Mendes? Eu trabalhei lá e foi a primeira coisa que me avisaram quando cheguei.

Um estado que  não tem sustentação própria e sempre dependeu da Federação, mas que no entanto,  foi um dos  que mais teve senadores e forneceu mais  Ministros e Secretários  para  o governo Federal.

Tem país bem mais pobre do que o Brasil, mas  que prioriza o ensino dando escolas e creches desde os primeiro anos de vida as suas crianças.

Nosso vizinhos Chile e Argentina, por exemplo, onde o povo tem mais cultura, a população jovem está sempre se rebelando contra certas decisões governamentais  reinvindicando direitos.

Aqui, nossa juventude se rebela contra o time de futebol invadindo concentrações, quebrando carros de jogadores e brigando contra torcidas rivais

No Brasil, Sucateiro, catador de papeis e recicláveis ganham mais do que PROFESSOR!!!?

Read Full Post »

BAILES

Eu não poderia deixar de falar deste assunto, pois foi uma das melhores fases da minha vida.

Dentre as minhas atividades, das quais cito como acima da média foi a de dançarino de dança de salão.

Ainda hoje, quando vou a um hotel ou restaurante com musica ao vivo, fico com inveja dos casais que estão dançando bem.

Porque não danço mais,  se a dança de salão é uma das atividades favoritas do pessoal da terceira idade?

Acontece o seguinte, a minha esposa, apesar de eu tê-la conhecido em um baile, é um pouco dura para dançar e embora  conheça bem  os passos, não consegue entrar no ritmo.

Por outro lado, tem aquela velha máxima que diz que levar a nomorada ao baile é o mesmo que ir ao churrasco e levar sanduiche.

Outra desculpa é o tênis.  Estou viciado neste tipo de calçado que, realmente, não é apropriado para dança de salão.

O ideal seria um sapato de sola de couro e nunca me lembro de levar um.

Aliás, sempre íamos aos bailes trajados a rigor com sapato bico fino bem engraxado. Eu tive um terno de linho branco que quando eu abria o armário ele já sabia, hoje tem baile.

Nas décadas de 50 e 60 não perdia um baile. Dançava com várias garotas durante o baile, umas porque eram minhas amigas, outras porque dançavam bem e algumas para paquerar.

Dançamos agarradinhos e na maioria das vezes de rosto colado. Sempre tinha uma que ficava reservada  para sair e namorar no fim do baile.

A cantada era levar pra casa.  As vezes, quando tinha garota nova, havia até uma disputa entre os bacanas.

Uma vez, peguei um valentão que queria me bater, consegui acalmá-lo e convencê-lo que estava errado e no dia seguinte ele veio me pedir desculpas e agradecer por ter evitado que ele desse vexame no clube, onde ele já estava manjado.

Naquele tempo, não tinha pilula, nem motel e só namorávamos mesmo era  nos portões das casas,  as vezes dava zebra e não pintava nem um beijinho.

Ainda sobre o tema, tem uma entrevista do vice- presidente  José Alencar em que o reporter peguntou sobre uma mulher que dizia ser sua filha e estava reinvidicando paternidade,  e ele, gente finíssima e simples, com a maior sinceridade respondeu:

No meu tempo a gente só transava  na ZONA e eu não tive amores ou amizades com nenhuma delas.

Como na época eu era um ilústre desconhecido, retrucou,  se isto aconteceu foi pura fatalidade. O reporter entendeu a mensagem e perguntou, então só pode ser filha da P.?

Constrangido o Zé Alencar, não, pelo amor de Deus eu não quiz dizer isto.

Quando não tinha baile em Mococa, sabiamos sempre em qual cidade vizinha ia ter um. Alugávamos taxi e não perdiamos nenhum destes eventos. Ninguém da turma tinha carro.

A cidade de Tapiratiba era sempre a mais esperada, as garotas eram bonitas e nos bailes tinha sempre mulher sobrando (pelo menos umas 4 para cada homem). No carnaval era comum  eu ficar acompanhado de duas.

Eu dançava tão bem que para a minha formatura de Técnico em Contabiliade, escolhi como madrinha a minha amiga Dirce,  que era uma excelente dançarina. Dançamos uma valsa espetacular, rodávamos tanto para a direita como para a esquerda e ocupávamos todo o salão. A  maioria quando dança a valsa, só gira para a direita.

Dancei com todas as orquestras que haviam na época: A Tabajara de Severino Araujo, Sylvio Mazzuca, Românticos de Cuba, Pedrinho de Guararapes que era do interior, mas muito boa, Al Mônaco que tocava um pistão (trumpet) maravilhoso e saía tocando no meio  do salão, Osmar Milani, Erlon Chaves  e  por último,  Enrico Simonetti em São Paulo qu  foi  quando conheci a minha esposa.

Tive a honra de tomar rabo de galo com moço desconhecido, mais ou menos da minha idade, descoberto por Renato Murce da Rádio Nacional do RJ, que na ocasião me falou: Este moço vai ser um dos maiores violonistas do Brasil.

Era nada mais, nada menos que Baden Powel.  Bebia todas, parou de beber e já  m o r r e u. Evidentemente que não foi porque parou de beber.

Várias vezes, depois dos bailes, tomávamos cervejas e comíamos um legítimo baurú em em bar de Mococa, acompanhados de Jorge Goulart e Nora Nei, gentes   finas e  assíduos frequentadores de Mococa.

Quando mudei para São Paulo, frequentei todos os salões, O Clube Esso, Atlantic, o Avenida Danças e até a gafieira Som de Cristal.

Em alguns,  não dava para enfrentar as feras dançando e ficava só apreciando as Orquestras e os Cantores.

No Avenida Danças na Av. Ipiranga cheguei a ver o Miltinho cantar. Sou fã dele até hoje.

As dançarinas pelo sistema de Taxi Girl, dançavam muito bem, picavam cartão para marcar o tempo dançado e só podiam sair com algum cliente, depois das 4 quando fechava o estabelecimento.

Eu como estava sempre duro, acho que dancei só uma ou duas vezes com estas profissionais. Ficava como sempre, apreciando a orquestra e os cantores que eram muito bons.

Passei, então, a procurar bailes em clubes, Palácio Mauá, Club Homs, Casa de Portugal, etc.

Foi aí que eu dancei.

Estava na porta do Club Homs, na Avenida Paulista que estava tendo um baile e não estavam deixando ninguém entrar, só os convidados dos promotores da festa.   Um rapaz  me disse que na Casa de Portugal estava tocando o Enrico Simonetti, mas  era baile da colônia japonesa,  só tinha japonês.  Como estava doido para conhecer a orquestra do Simonetti, fui lá e consegui entrar com facilidade.

CONCLUSÃO: Fiquei conhecendo a minha esposa, dei aquela paquerada, amor a primeira vista e marcamos encontro no Largo de Moema para o dia seguinte.

Era solteirão convicto e com 29 anos não pensava em me casar.

O destino é uma coisa muito séria, não costumava dar moleza para as namoradas, nunca esperei mais de 15 minutos de atraso nos encontros marcados. Com a minha esposa aconteceu o impossível, ela atrasou 1 hora e meia e eu fiquei esperando porque não tinha como encontrá-la de novo.

Deu no que deu, eu e a Dona Olga estamos casados  a   46 anos.  Me enforquei no dia de Tiradentes, 21 de abril de 1965

 

Read Full Post »

TECNOLOGIA

Não pretendo fazer um trabalho completo sobre o assunto e sim relatar os casos que me ocorreram nos 78,5 anos e que envolveram o desenvolvimento de Tecnologia.
COMPUTADOR

Há tempos que venho admirando e observando os jovens trabalhando nos caixas dos Bancos. Hoje, no Santander me atendeu uma  mocinha (era mais uma menina) que acredito não deveria ter mais de 18 anos.  Apesar dos recúrsos atuais da informática, acho que é uma responsabilidade muito grande.
No BANCO F. BARRETO, onde trabalhei na matriz em Mococa na decada de 50 trabalhei  em todos  departamentos do Banco, menos no CAIXA.
Só utilizávamos  máquinas de escrever mecânicas e maquinas de somar. Para calcular, tínhamos que repetir as operações, somando ou subtraindo. Ex: Para multiplicar um número por 97, repetiamos  – 3 vezes e  + 00 1 vez, ou seja 100 – 3.   As máquinas de contabilidade que usávamos para escriturar a contabilidade, apesar de elétricas eram verdadeiros trambolhões. Esta escrituração era controlada, conferindo o movimento do dia com o fechamento do Caixa. Um operador efetuava todos os lançamentos durante o expediente e outro repetia todo o movimento no dia seguinte, se ocorrece alguma diferença, os dois lançamentos eram confrontados até que a diferença fosse localizada.
O cargo de  CAIXA era considerado de  primeiro escalão, logo abaixo dos Diretores, tinha que conhecer os principais clientes e na duvida consultava a Conta Corrente, tudo controlado através de fichas.
Viu a grande diferença nos dias  atuais com a Informática?  Um jovem tem provavelmente como primeiro emprego o cargo de     CAIXA de Banco mesmo sem experiencia.
Não uso muito a Internet, mas confesso que não vivo sem o Computador, controlo tudo fazendo planilhas no Excell.

DISQUETE
Depois de aposentado fiz uma planilha de um balancete para o condominio e fui na papelaria comprar um disquete para gravar.
O balconista riu e disse isto não existe mais, agora é Pen Drive? Impressionante?

FITA CASSET E
Perdi uma do Trio Rasputin de musicas Russas, que eu adorava, enroscou e partiu.Até hpje não consegui um CD que substituisse.
Aliás o CD tambem está em extinção.

FILLMES
O meu casamento foi filmado, literalmente, com fita de cinema 8mm.
Na ultima projeção enroscou e perdi tudo. Não tive capacidade para emendar.
FICHAS
Ainda nas décadas de 60 e 70 prevaleciam as fichas. Consegui organizar a Contabilidade de várias empresas controlando tudo com fichas.
Com a informática tudo ficou muito mais fácil.
Graças as famosas fichinhas, acredito,  é que estou  com 78,5 anos.
Como sou do tempo das ditas cujas,   acho que  São Pedro perdeu a minha. Estou rezando para ele não achar.
Em nome das  fichinhas, muitas  sacanagens  devem  ter sido feitas, principalmente em  Repartições Públicas, Cartórios, Judiciário, etc.
Já soube de advogados que pagavam  para que  funcionários de baixo escalão   perdessem determinadas fichas. Hoje com a Informática, está um pouco mais difícil, mas mesmo assim o nosso judiciario continua travado.

ARQUIVO
Outro grande problema era o arquivo. Tinhamos que arquivar tudo em ordem Alfabética e  Cronológica e não podiamos errar.
Um documento mal arquivado era um documento perdido.  
Hoje,  conheço muita gente que  não sabe a ordem alfabética.  A Lista Telefônica que obrigava a procura nesta ordem,  não existe mais.Quem sabe a ordem alfabetica é o computador.
Com o aparecimento da micro-filmagem  melhorou um pouco e com a informática, mais ainda.

TELEX 
As comunicações a longa distância por escrito, faziamos por Telex. uma espécie de rascunho gravadas em uma fita perfurada que depois de conferida era transmitida.

FAX
Com o advento do Fax houve uma grande melhora e hoje temos o E-mail.
Hoje é peça de museu

RADIO Trnsmissor
As comunicações verbais para certas regiões eram feitas por Rádio com aquela famosa expressão: Câmbio para passar a palavra para o outro lado Acredito que ainda é usado em algumas circunstancia.

TELEGRAFO
Telegrafo que utilizavva o codigo Morse e que praticamente só existia nas estações ferroviarias.

CELULAR
No inicio dos Celulares, meu sogro japonês Tadasu,com mais de 80 anos, ficava admirado quando atendiamos uma chamada no carro ou num Shopping.Achava uma coisa impressionante.
O meu primeiro celular foi um tijolinho que só pegava em alguns lugares.
Hoje, temos  celular que tira fotos, filma,tira self (foto para trás) tem joguinhos, toca músicas, liga internet e tem alguns até que falam.

G P S
GPS – Quem ainda nãp viu um, vai ficar impressionado quando vê-lo em funcionamento. Como é que consegue inducar o caminho certo em qualquer parte do mundo.

TELEVISÃO
A primeira que era em preto e branco e só alguns possuiam. Hoje até indio tem. O que mais se vê em favelas e no meio do mato são antenas de RV.
Além dos Fast Foods, a Televisão e Internet são  responsáveis pelo aumento do indice de obesidade no mundo. A pessoa viciada na TV e sofá fica sedentária e tem preguiça até de ir na esquina para comprar  pão.

RÁDIO
Eu tive a felicidade de ter crescido nas décadas de 50/60,ma era do Rádio Ainda hoje ainda é um bom meio de comunicação (ver meu post ANTIGAMENTE) O Rádio é mais dinamico, tem mais utilidade publica e podemos ouvi-lo trabalhando sem precisar ficar sentado.As propanda são deesapercebidas, na TV são irritantes;

LINOTIPO
Era uma máquina utilizadda na imprensa. Coisa de louco era uma verdadeira geringonça, os tipos eram reunidos um por um formando uma régua que era fundida com chumbo para formar a linha do jornal.Estas reuas eram dispostas em uma forma para compor a pagina do jornal, que depois era prensada no papelão, que finalmente seria colocado narotativa para rodar o jornal
É mole? Quem quizer ver este trambolhão, tem um no museu da Xilogravura do prof. ANTONIO COSTELA, em Campos do Jordão.
Tive o PRAZER? de ver este troço funcionando;

INTERNET
Fez o mundo ficar pequeno. É pena que tem sido utilizada indevidamente.Deve ser uzada como o celular, para coisas importantes.
O Prof.Antonio Costela fez um livro DO GRITO AO SATELITE que deve falar sobre o assunto.
Infelizmente por problemas visuais – ver post CEQUEIRA, não estou podendo ler.

INJEÇÃP ELETRONICA
Foi a melhor coisa que inventaram. No tempo do carburador, tive um chevette que tinha que fazer macumba para ele pegar de manhã.
Tive um escort que quando esquentava tambem não ligava.

CHAVE ELETRONICA
O meu carro tinha que baixar oo pino e bater a porta. Uma vez fechei a porta com o motor ligado, tive que achar um chaveiro para abrir o carro. Isto, agora, não acontece mais.

Read Full Post »

FOTOGRAFIA

Suli-Saltando

Um dos primeiros  hobbies que tive foi a fotografia.
Quando era criança, ficava no meu quarto vendo cineminha.
O cineminha que eu via nada mais era do que a reprodução na parede do meu quarto das imagens do que se passava na rua. Explico: Na casa velha que eu morava, a janela tinha alguns buracos, com o sol brilhante que tinha em Mococa, o buraco funcionava como lente de uma  máquina  fotográfica e com a janela fechada, o quarto ficava como uma câmera escura e projetava  as imagens, geralmente charretes, cavalos e pessoas  que passavam na rua.
Foi ai que descobri que era o princípio da fotografia. Tinha um amigo o Celinho que era filho do fotografo da cidade e até  fotografava bem e ele me explicou que o quarto escuro fazia a função da máquina fotográfica que era uma câmera escura e  que quando a lente abria, recebia a imagem que iria queimar  o filme, só que as imagens eram bem melhores.
A revelação era um banho de um produto para  revelar  o negativo e outro fixador para evitar que o filme  continuasse queimando.
Achei interessante e para iniciar, comprei uma maquininha de caixão,  nacional, da DF Vasconcelos, muito fraquinha e as fotos  quase sempre saiam tremidas.
Depois consegui uma Kapsa, também de caixão e que não tinha    recúrsos, mas tinha uma lente bem melhor.
Talvez em algum museu possa encontrar uma.

A foto acima da minha irmã Alzira no espelho e aparecendo um pouco do meu pai atrás dela,  me ajudando segurando um espelho  para refletir a luz e suavizar as sombras, pode ser considerada uma foto histórica, tendo em vista a ginástica que tive que fazer para tirá-la com a Kapsa. Coloquei a máquina em  cima da janela, segurei  firme do lado de fora e consegui dar  5 segundos de exposição sem tremer. Vale observar que  o visor da Kapsa tinha só  2 x 2 cm.
Depois consegui trocar uma coleção de selos muito boa que eu tinha, por uma camera mais prática, com visor ocular, mas que também não tinha nenhum recúrso.
Quando comprei  uma Flexaret, reflex de 2 lentes  similar japonesa da Rolleiflex, passei a fazer fotos bem melhores.  Essas  máquinas  usavam a lente de cima para refletir a imagem no visor e a de  baixo  para captar a fotografia.            Com boa luminosidade  e disparador de boa velocidade, possibilitava fotos noturnas e instantâneos esportivos.
A foto do câo Suli (goleiro do Sâo Paulo) foi um dos primeiro instantâneos que fiz.
Finalmente comprei  uma mono reflex Canon AT-1 com   flash  e uma tele – objetiva de 200 milimetros.                          Esta máquina  teve uma história interessante. Em  um dos 5 assaltos que tive em minha residência, ela foi roubada junto com o flash, a tele e o estojo de prontidão. Trabalhando no centro  de São Paulo, tive a idéia de passar na Rua Conselheiro Crispiniano, boca das máquinas usadas  e  olhando as vitrines,  vi uma máquina igual a minha (AT1 foi comprada no freeshop do aeroporto e a Fotótica  só tinha importado AE1), pedi para ver  como se estivesse interessado em comprá-la, anotei  mentalmente o número de  fabricação,  liguei para  o meu filho Ayrton e pedi pra ver no certificado de garantia o número da nossa máquina.  Era a própria.
Tinha uma delegacia na Secretaria da Fazenda, onde eu estava trabalhando, falei com a delegada e fui com um investigador na loja   e recuperamos a máquina. Apesar de termos conseguido o nome e endereço da pessoa que a deixou em consignação, a  policia  não conseguiu recuperar a tele-objetiva.
Interessante que este ano 2010 ela foi roubada novamente em Campos do Jordão em assalto na casa do meu filho Cezar  e ficamos só  com o Manual como recordação.
Quando eu fotografava era  em preto e branco,   nunca tive fotômetro e  calculava a luminosidade no olhômetro.
A sombra e luz  também era analizada na prática e  no preto e branco, este ítem era importantíssimo.
O meu amigo Helio Fortes transformava com tinta nanquim uma foto preto e branco em colorida e ficava uma beleza.

Veja a foto acima.

Fazia dupla exposição com fundo escuro, usava filtros para melhorar o céu em dias muito ensolarados ,  flash para fotografias no contra-luz e utilizava as aberturas do diafragma como recúrso para fotos de  paisagens ou closes desfocando o fundo ou dando noção de distância.
Cheguei a revelar as fotos  fazendo  truques com as revelações e dominava bem o assunto, a revelação em preto e branco era fácil de fazer.

Tive uma assinatura da revista Foto Arte por mais de 2 anos e quando vinha a São Paulo não deixava de ver as exposições, principalmente na Galeria Prestes Maia. Meu sonho de consumo na época era comprar uma mono reflex 6×6 Hasseblad, a câmara dos fotógrafos de modêlos, mas o preço era muito alto para mim .
Com o surgimento da foto colorida, fiquei meio perdido porque passou a prevalecer as cores e passei a fazer fotos sem compromisso, apenas para recordações.  Como estava juntando muitos albuns,  com o advento do computador, acabei apelando para a foto digital, que não tem graça nenhuma, posso tirar 50 fotos e aproveitar as 10 melhores, além do bom gosto na escolha das fotos, não é preciso ter qualquer outro conhecimento.
Aliás,  estou apanhando desta maquininha e ainda não consegui utilizar todos  recúrsos que ela diz que  tem.
A minha frustação foi nunca ter conseguido fazer um instantâneo com fundo riscado. É a foto batida com pouca velocidade acompanhando co a máquina um objeto em movimento, de modo que este fique nítido e o fundo riscado.
Tudo isto foi resolvido com camas digitais que são verdadeiros computadores.
Meu filho caçula, o Cláudio, herdou o gosto pela fotografia e está bem  equipado com máquina digital profissional, tripês, flashes conjugados, tele-objetiva e até sombrinha refletiva.
Como ele é escalador, consegue fazer  videos  e  fotos muito boas.
O meu neto Ismael,está fazendo um curso profissional e com uma Canon, no primeiro dia de aula, tirou 300 (trezentas) fotos, muitas sairam ótimas. Ele disse que até o final do curso vai ter que apresentar 2 mil.
Com filmes de 24 poses eu não tirava mais do que 100 por ano. Com era obrigado a analizar bem antes de bater, raramente eu tirava 2 fotos do mesmo assunto, o emocionante era ver o resultado depois da revelação. O meuneto tira em média 10 de cada.

Read Full Post »

SINUCA

Meu apelido familiar é Lique. Se eu tivesse que ter outro apelido acho que deveria ser –  Mais ou menos – aliás, mais do que menos. Talvez 7,5 (sete e meio) estaria bom.

Explico: Tive dezenas de atividades de lazer, esportiva e profissional, sempre atingindo um nível bom, acima da média, mas nunca ótimo ou excepcional. Parece que sempre me contentei como bom, talvez, por comodidade ou  para não ter a responsabilidade de  uma disputa mais competitiva. Na realidade, acho que não é bem isto.

Todas essas atividades foram desenvolvidas como desafio ou  pelo instinto de curiosidade  e quando começava a enjoar ou perder a motivação, mudava para outra atividade.

Isto ocorreu, inclusive, com empregos, chegando a abandonar cargos tranquilos para assumir desafios.

BARRA FIXA –  BOX   –   BAILES  –   TENIS DE MESA  –   XADREZ  –  FOTOGRAFIA    –   DATILOGRAFIA   –      MOTORISTA   –  SINUCA   –    CONTABILIDADE  –    ADMINISTRAÇÃO  DE EMPRESAS   –     e    CULINÁRIA.

Sempre  consegui desempenhar  acima da média  ( modéstia a parte )   em todas estas atividades.

O segredo é  ouvir os mais experientes e arquivar na memória o que  for   importante para utilizar na hora certa.

Oportunamente,  pretendo  dissertar uma pouco sobre cada uma dessas atividades.

Depois que comecei a gostar de bailes e com os bailes, um cuba libre aqui, outro  alí  o preparo físico foi pro brejo, passei então a apelar para os jogos de salão, foi quando, descobri  o Sinuca.

Atualmente, na minha idade, enxergando só com uma vista, é o único esporte que ainda consigo fazer com um desempenho bom  apesar de  jogar, em média,  apenas 3 horas por semana. É um esporte que exige muito treino para ganhar a firmesa e a sensibilidade necessária no braços para calcular os efeitos e a força nas tacadas.

Um campeão profissional, treina no mínimo 4 horas diárias.

SINUCA

O Bilhar ou Sinuca foi sempre considerado no Brasil  um  jogo de malandro, mas eu acho que é uma injustiça este conceito, é um esporte e não jogo.

Outro pensamento incorreto é achar que é jogo de azar.  É um esporte como outro qualquer, que exige muita precisão, visão de jogo, calma e  e sangue frio.

O fator sorte para um jogador bem treinado e com bons conhecimentos, não chega a influir em 5%. Para os campeões e jogadores do primeiro nível é quase nulo, vence sempre o melhor.

Na Inglaterra é considerado um esporte nacional, premiando e remunerando muito bem os seus jogadores.

O jogador de futebol ou artista que fica rico, a primeira coisa que faz é colocar uma linda mesa de bilhar em sua mansão.

É pena que não se preocupam em aprender a jogar e só posam para fotografias.

Mesmo como passatempo, é muito interessante conhecer alguns princípios básicos para se realizar uma boa tacada e praticar o Sinuca com mais prazer.

Morando em Mococa próximo  a um salão de bilhar , ficava o dia inteiro   batendo bola e observando os bons jogadores  e acabei  aprendendo quase tudo sobre o jogo.

Passei a jogar  bem e só não jogava melhor, porque era durango e não jogava a dinheiro.

No fundo,  eu só queria me divertir.  Como eu não tinha o que fazer ficava treinando jogadas difíceis. Como os demais hobbies, na sinuca também, não me considerava  um viciado.

Mudando para São Paulo e   estando ha  mais de 20 anos sem jogar, fui convidado pelos colegas  do Posto Fiscal de Itapecerica da Serra,  para jogar.   Falei que não sabia mais nem pegar no taco.    Mesmo sem muita vontade acabei indo. Conclusão, descobri que não tinha esquecido como jogar e fiz boas tacadas. Acho que dei sorte.

O que aconteceu a seguir foi que  um dia estava sem vontade e jogava muito mal, outro dia, jogava bem.

Acabaram-se  aquelas reuniões e eu acabei conhecendo um salão perto de casa, o Bacos no Aeroporto,  que  tinha torneios todos os sábados e ranking com os melhores colocados.

Tinha um grupo muito forte, a maioria participava em clubes como atletas e disputava todos os campeonatos.

Tive que me esforçar procurando jogar mais a sério, senão não ia conseguir  jogar com aquelas feras.

Fiquei feliz por ter ficado durante vários anos em oitavo lugar no ranking.

O salão começou a ficar sofisticado, o novo dono fez uma especie de boate, passou  a se chamar Whiskritório e parei de frequentar.

Atualmente, como só posso  jogar  durante o dia, estou frequentando a Federação Paulista de Sinuca e Bilhar onde tem uns veteranos aposentados que jogam no periodo vespertino.

Como  entidade esportiva tem torneios femininos e até infantís sendo que os melhores colocados disputam até campeonatos brasileiros. No meu caso, tem campeonato Senior para a terceira idade, mas não participo porque  estes torneios acabam indo até tarde da noite.  Participei de alguns torneios em salões e clubes  e ficava sempre no minimo entre os quatros finalistas, peguei alguns segundos lugares, mas nunca consegui vencer um campeonato.

Geralmente, na reta final costuma-se a jogar 3 ou 4 partidas no mesmo dia e acabo cansando.  Não parece, mas mesmo no sinuca o preparo físico é fundamental, cansado, perde-se a concentração e quando se erra uma bola fácil o adversário se anima e  começa a jogar bem.

Talvez o fato de eu gostar de tomar umas cervejas, possa também ter influência nos resultados.

Os chamados atletas não costumam beber nem água durante as partidas.

Na Federação sempre aparecem os principais jogadores. Um deles o Jota é meu amigo, treina 4 horas por dia e está sempre entre os 4 melhores  no ranking brasileiro.  Em um dos campeonatos ele fez a tacada perfeita matando 10 vermelhas e 10 bolas sete  e fechando o jogo sem errar uma tacada.   Recebeu um prêmio  de R$.3000,00 (treis mil reais). Na Inglaterra teria ganho pelo menos 200 mil dólares.

A Sinuca não  é  só um excelente passatempo, más é também um bom  exercicio e recomendo a todos, inclusive mulheres. Em uma hora de jogo fazemos aproximadamente umas duzentas flexões e caminhamos uns seiscentos metros ou mais.

Também, serve para fazer amigos,  relaxar e se  desligar dos problemas e até renovar as baterias.

O Sr. Helio que aparece no centro da foto está com quase 80 anos e é esperto pra caramba, como ele joga todos os dias, está difícil de ganhar dele. Perguntei a ele qual o segredo da sua vitalidade, ele me disse que o importante é a rotina, comer e dormir na hora certa e ter 2 ou 3 horas de lazer todos os dias.  Como ele é corretor de imóveis, não para o dia todo e não dá aquele famoso cochilo que todos nós gostamos de dar depois do almoço, mas sempre reserva um tempinho para o Sinuca.

TECNICA  –  Sem compromisso, vou tentar transmitir alguns princípios mínimos para se jogar sinuca.

Lembrem-se que além da disciplina, tudo depende de treinamento.

TACO – Procure ter um taco próprio com um peso que lhe agrade. Geralmente pessoas fortes gostam de tacos mais pesados.  O taco inteiro sempre é melhor, mas existem tacos de rosca dobráveis, mais fáceis de transportar que também são bons. O taco deve ser bem reto, rolando-o sobre a mesa, não deve apresentar oscilações.  Acostume-se  com a sola (ponteira) colocando sempre uma de boa qualidade não deixando que ela forme rebarbas. O ideal é que a bordas da sola fiquem sempre um pouco  arredondadas. Um bom giz próprio também é importante.

Existem tacos importados de até R$.2.000,00, mas por R$.200,00 pode-se comprar um bom taco nacional.

Para mantê-los sempre bem retos, existem estojos protetores. Deixá-los pendurados também é bom. As capas  comuns e baratas possuem um ganho bom para pendurar em qualquer prego.

POSIÇÃO  –  A posição para as tacadas é fundamental. Se observarmos um bom jogador, veremos que ele se posiciona sempre da mesma forma em todas as tacadas, como se fosse um ritual, fazendo a mira e batendo na bola só quando tem certeza.

Este tipo de jogador dificilmente erra uma tacada. A posição clássica dos melhores jogadores é: Para o jogador destro:

1)A mão esquerda bem apoiada na mesa para deslizar o taco com firmesa;

2) perna esquerda a frente levemente flexionada, mas firme;

3)  perna direita bem esticada para trás e tambem  bem firme;

4) braço direito com o cotovelo atrás  em L e a mão segurando o taco a um palmo do término do taco.

5) o taco deve apoiar  sobre a mão esquerda  deslizando sempre reto, sem oscilações, passando aproximadamente pelo queixo do jogador, de forma que este, colocando  a ponta do taco no centro da bola branca (a bola que deve ser atingida pelo taco) possa ao mesmo tempo fazer a mira na bola da jogada.

Com a posição correta e com um pouco de treino aprende-se facilmente fazer a mira correta.

A  TACADA   –   Depois de conferida a mira e ter verificado se o taco está deslizando retamente e sem oscilações, é  importante que a tacada seja executada movimentando-se somente o antebraço e a mão  que está segurando o taco. Todo o corpo deve permanecer firme e nem a cabeça deve se movimentar, sendo  recomendável, inclusive, que se prenda a respiração na hora da tacada.

A maior parte das bolas são erradas, porque  na hora de disparar a tacada balançamos o corpo. Muitas vezes demoramos para afirmar o corpo, costuma-se dizer,  afirmar o taco, mas na realidade é o corpo que não está firme. O ideal é só dar a tacada, quando tiver certeza. Neste aspecto, tive um amigo o Munhoz, que infelizmente já faleceu, ganhou vários campeonatos, mas era irritante, demorava pelo menos 30 segundos para dar cada tacada. Na dúvida ele voltava e se posicionava melhor. Não sei se era tática dele para irritar o adversário? Acho que não. É bom acostumar a passar giz antes de todas as tacadas.

PARA ENCAÇAPAR UMA BOLA  –  O principio é calcular o angulo da bola que deve ser encaçapada em relação a caçapa. Este angulo é facil de verificar vendo em linha reta a  direção  da bola na  caçapa, é onde a bola branca  deverá atingí-la para que ela entre na caçapa. Como não pretendo fazer dezenhos, é melhor verificar com as proprias bolas. Com um pouco de treino o jogador logo conseguirá visualizar a direção da bola em relação a caçapa.

APRIMORAMENTOS  –

Encaçapar bolas, geralmente é fácil de aprender. Assim que o jogador estiver dominando as técnicas acima e encaçapando bem as bolas, deve começar a treinar técnicas mais avançadas:

DOMÍNIO DA BOLA BRANCA     –  Tem jogador que não melhora seu jogo porque bate sempre na bola com a mesma força e do mesmo jeito. Neste caso só jogadores com muita técnica conseguem dominar  a bola branca batendo forte ou com a mesma força.  e controlando tudo no pulso.  É raro encontrá-los, conheci uns dois, um deles era o Tonhão, que começou a jogar com 32 anos, mas tinha o dom de controlar a bola branca batendo com força. Ele encaçapava as bolas com uma rapidez que o adversário não vencia tirá-las da caçapa. Nunca jogou a dinheiro e  nem ganhou nenhum campeonato, mas brincando, ninguem ganhava dele. O normal é fazer um treinamento para aprender a encaçapar bolas com várias doses de força, tentando colocar a bola branca em uma posição favorável para a próxima tacada. Procure observar como fazem os bons jogadores.  Para esse controle da bola branca, além do cálculo  da força, exige-se um treinamento dos efeitos. O efeito  é  quando se bate na bola branca em posiçào diferente que não seja no centro. Ex: Se batermos no lado direito a bola pega efeito para o lado direito. ( e vice-versa ); se batermos em baixo a bola branca deverá parar ou retrocecer (a chamada puxada). Se batermos em cima da bola branca ela vai rolar, ou seja, correr bastante para frente.  Tem alguns sites com videos mostrando estas jogadas, mas só se aprende jogando  e treinando  exaustivamente até que o braço fique educado.  Jogar a bola devagar é sempre mais difícil do que com força e exige uma firmeza e  sensibilidade no braço maior. Tenho um amigo chinês  que aliás é português, Antonio Fu  – nasceu em  Macau  que consegue,  mesmo de longa distância, colar uma bola na outra para se defender.

Com esta técnica ele ganha muitas partidas. Para parar a branca, espete o taco em baixo da bola  e pare. Para puxar, espete o taco em baixo da bola branca e bata  para frente. Tem jogadores que tem tanta facilidade para puxar a bola que acabam tendo mais precisão neste tipo de jogada, preferindo sempre puxar, do que fazer uma jogada mais simples.

No salão do Getulio, no Jabaquara, tinha um japonês que só sabia fazer isto. Em uma mesa grande profissional ele,   na transversal, de uma caçapa a outra ele conseguia puxar a bola branca de volta de onde ele jogou. Nunca ví ninguem fazer igual.

Existem as puxadas com efeito, coisa que só os jogadores com braço muito bom conseguem fazer. São as mais dificeis. Efeito contrário. é quando se bate com efeito contrário a caçapa. O resultado quando a bola branca bate na tabela também é contrário. Também é uma jogada dificil que demora um bom tempo para aprender.

TABELAS –  As tabelas recebem uma divisão com pontos, cujos pontos em uma mesa de boa qualidade, com tabelas boas, servem de referencia para cálculos de cortadas. A cortada é quando se joga uma bola na tabela para que ela caia em uma determinada caçapa. É  sempre uma jogada muito bonita, mas de alto risco e é geralmente evitada em campeonatos, mesmo pelos bons jogadores, porque além da técnica, exige também um pouco de sorte. É quase impossível ter certeza de que não vai errar. Eu me considero especialista neste tipo de jogada (porque jogo para brincar) e por não resistir a tentação acabo  perdendo  muitas partidas. O conhecimento das tabelas é também muito importante para sair de sinucas, quando não passa diretamente a bola da vez.

TORNEIOS E CAMPEONATOS

Depois que tiver dominado todas as técnicas, se pretender disputar algum torneio deve ter em mente que a Sinuca é um dos esportes que mais exige concentração e controle emocional. Por isso que alguns jogadores (é o caso citado do Tonhão que  embora jogando muito bem, não consegue vencer nenhum campeonato)    Os verdadeiros campeões são frios e calculistas, na dúvida eles param, respiram fundo, engraxam o taco, pensam bem e re-iniciam a tacada. A sorte pode influenciar em até 10%  e  temos que aceitar como normal.  Más quando erramos infantilmente, podemos   por  tudo a perder. Tem algumas malandragens, que pode fazer voce perder uma partida que parecia ganha. Você quando está dominando o jogo, não pode vacilar. Exemplos meus:  Estava ganhando de 4 a 1 de um bom jogador, a partida foi interrompida pela visita inesperada do Dr. Guimarães, amigo do meu adversário o Julião  e, abraços daqui, cumprimentos dali, perdi por 5 a 4. Em outra ocasião, estava perdendo de 2  a 0 e reagí brilhantemente trancando 2 partidas e empatando  o jogo. Na negra comecei jogando bem até que um gaiato falou: ele  vai trancar de novo. Conclusão com o peso da responsabilidade, perdi de 3 a 2.  Para quem não sabe, trancar o jogo é quando voce mata todas as bolas, sem chance para o adversário   Tem jogador que quando voce vai fazer uma tacada importante, ele vira as costas e vai conversar com alguém, menosprezando a sua tacada. Outro resolve perguntar o placar na hora da sua tacada e até discute a contagem.  Uma pessoa que passa atrás, quando você vai dar a tacada, deixa você desconcentrado  e  acaba errando. O erro faz  o adversário gostar do jogo e ao mesmo tempo que o jogo dele melhora voce tem que se esforçar muito para não perder a calma.

Devo lembrar tambem que os campeonatos oficiais atualmente são disputados na Regra Inglesa com 10 bolas vermellhas. Esta regra exige muito mais técnica dos jogadores no controle da bola branca, bem como uma grande visão do jogo. Quase sempre, só se começa uma tacada matando uma bola difícil. As defesas são importantes  e uma tacada é sempre diferente da outra. Na regra nacional  (7 bolas) o jogo é automático e as jogadas são sempre as mesmas.   O jogador com braço bom, não colando a bola branca, pode fechar a partida.  Rui Chapéu e outros  não se deram  bem na regra Inglesa porque o jogo deles era  automático. Falando em regras, no site da Federação tem todas. Na minha opinião a mais simples, a carambola, é a que mais exige técnica, é a mais dificil mas é muito bonito ver quem sabe jogar. São só 3 bolas, sem caçapa e os pontos são contados, cada vez que se consegue toca as 3. O jogador e deixa de fazer uma jogada fácil, optando por uma muito mais dificil, girando a bola na mesa,  para não espalhar as outras. Em Buenos Aires, visitei um salão muito bonito que só tinha este jogo, a maioria jogadores  veteranos, todos com coletes.     Presenciei uma tacada que contando parece mentira:           O jogador conseguiu puxar a bola 2 palmos, enquanto que a bola tocada andou menos e 1 palmo.   No Brasil, acho que não existe mais este jogo. Desconheço onde tem.

CONCLUSÃO – Espero ter ajudado a conseguir mais alguns adeptos para este excelente esporte e vou continuar, enquanto puder,  a dar as minhas tacadinhas sem compromisso, mas com boa execução.

O site do NOEL, tri-campeão brasileiro e campeão Sul Americano é bem completo sobre o assunto: http://www.noelsnooker.com.br, vale a pena visitá-lo.

Read Full Post »

AUTO AJUDA

Deus me deu um dom pelo qual, agradeço muito. Ele sempre me deu uma dica  para solucionar algum problema e eu sempre  consegui aproveitar bem. É o que sempre digo, Deus  dá 10% e o resto, somos nós que temos lutar para conseguir. Foi assim em várias etapas da minha vida.

REUMATISMO

Com 18 anos eu tive um reumatismo infeccioso que chegava me deixar entrevado. Na escola técnica de comércio, curso noturno, eu era sempre o último a sair, porque demorava a esquentar as pernas para andar. Muitas vezes, em casa, para ir para a cama tinha que ir engatinhando. Fiquei 3 anos gastando todo o meu salário com médico. Vim várias vezes para São Paulo consultar especialistas e fazer operações da garganta (amídalas) por achar que era o foco da infecção. Sempre ficava mais ou menos bom, mas nunca 100%. Aí surgiu a oportunidade de mudar para São Paulo com o convite para trabalhar na McEricsson Publicidade junto com outros conterrâneos  Mocoquenses. Puxa vida! Como na época eu estava mais ou menos bom, achei que  poderia  até ser  uma boa, porque já conhecia alguns médicos em São Paulo e seria fácil consultá-los. Foi a melhor coisa que fiz, com a mudança de ares e o entusiasmo pelo novo emprego não precisei de ir a médico nenhum. Comecei a estudar Inglês porque era útil na empresa e para fazer hora nos intervalos do almoço passeava pelas ruas 7 de abril, Dom José de Barros, Conselheiro Crispiniano e outras, que,  além das lojas de fotografia que eu adorava, tinham boas Livrarias. Foi aí que eu descobri um livro que mudou a minha vida: COMO VIVER 365 DIAS POR ANO, de John A. Schindler. Este livro não só acabou de me curar, como me norteou para o resto da vida. Não é um livro filosófico ou religioso e sim um livro científico que mostra que o sistema nervoso do ser humano é um verdadeiro computador controlado principalmente  pela glândula pituitária.  Quando  ficamos  nervosos  por algum problema, a pituitária  se retrai, e  descontrola todo o sistema, principalmente se ficarmos estressados por muito tempo. No meu caso afetava a glandula supra-renal que controlava  o cortex o hormônio do sistema neuro muscular (por isto vivia tomando cortizona,  inclusive por infiltrações extremamente doloridas) .           A solução do problema era simples: Não se preocupar com a doença e outros problemas e  procurar se interessar  mais por coisas boas, intercalando sempre que possível, mesmo que simples, bons momentos.  O que aconteceu foi  simplesmente fantástico. Em menos de um ano fiquei completamente bom sem tomar nenhum medicamento.               Os problemas vão se solucionando naturalmente, você não precisa ficar martelando, o seu subconsciente vai trabalhando por conta própria e quando você menos espera a solução aparece. É o que venho fazendo até hoje e continua dando certo. É comum eu acordar de madrugada, sem estar pensando no assunto, com a solução ou mesmo com  a orientação para resolver algum problema que muitas vezes parecia sem solução.  Obs: Já indiquei o livro para alguns amigos que estavam sofrendo com doença crônica  e os resultados foram bons.

PACIÊNCIA

Embora a paciência tenha bastante a ver com o problema anterior, a que me refiro é relacionada com o trato com as pessoas, como por exemplo no trânsito. Aceitar as manias  das pessoas, evitando se estressar com  pessoas chatas  ou irritantes.( Aliás, para estas dá pra escrever um Compêndio ) Só pra citar uma das principais é o Anão – mais conhecido como Espirito de Porco – a pessoa que mesmo concordando contigo, sempre fala  primeiro  –  Ah não.

O Sabe tudo, o palpiteiro, o teimoso,  também são um  Pé no bag.   Não é fácil, mas eu sempre  penso  ou  falo baixinho aquela palavra mágica   –  P . Q.  P.  -, respiro fundo e consigo  tolerar.   Todo fim de ano, no revellion, me perguntam, o que voce quer para o ano novo?    A   minha   é  sempre  a  mesma     P A C I Ê N C I A.    Sem a   Paciência, acho que até a saúde vai pro brejo. Por falar em P.Q.P. eu tive um primo em Mococa, que aliás, não era primo era segundo que não falava uma frase sem intercalar: Puta que pariu.

Eram dois gêmeos diferentes, o que nasceu primeiro chamava-se Primo e o segundo Secondo. Eles eram diferente até no gênio, o Primo era calmo e não falava palavrão, o Secondo era espalhafatoso e mexia com todas as mulheres. Eu, nas horas de aperto,ou em situações imprevisiveis,  em vez de falar Ai meu Deus, N.Senhora, etc.  peguei o vício e falar PQP. Este ano 2011, prometi largar este vício. Estou treinando com Ai meu Saco!

Neste aspecto, tive um livro que me ajudou muito: COMO FAZER AMIGOS E INFLUENCIAR PESSOAS  –  Dale Carnegie 1937.   Acho que é uma síntese da Psicologia. Você não precisa praticar os seu princípios 24 horas por dia, porque poderá ser taxado de cínico, egoísta, hipócrita e falso, mas é bom conhecer o ser humano para quando a situação engrossar, saber o que  o que está acontecendo e isto está me ajudando muito até hoje. Temos que aceitar cada pessoa como ela é. Não sou estudioso da Bíblia, mas parece que a Bíblia ressalta muito a necessidade da Paciência, acho até que é a essência da vida, sem paciência não dá para viver.

APOSENTADORIA

Tive vários colegas que só se aposentaram pela expulsória. Completando 70 anos é obrigado a se aposentar. Mesmo assim alguns acabaram arranjando cargos no Sindicato ou na Associação, para não ficar em casa. Más eu estava sem estimulo para trabalhar, o Fiscal de Rendas atualmente só faz serviço burocrático, de escriturário (conferir lançamentos)  e  office boy de  luxo notificando  contribuintes. Aquelas Auditorias que exigiam conhecimentos profundos de contabilidade, não se faz mais.  Conclusão: Eu pensei, mesmo assim, era sempre um risco cair numa cilada de um  sonegador  mal  intencionado (encontrei vários que eram bandidos) , por outro lado, depois de trabalhar e estudar desde os 12 anos de idade, conclui que estava na hora de descansar. Foi aí que descobri  que Aposentado  não tem férias. Me aposentei em 2002 e até hoje tenho trabalhado mais do que quando estava na ativa.                         Tem uma piadinha sem graça que diz que o aposentado muda de nome, passa a se chamar Jacques. Já que es)tá   sem fazer  nada, liga pro fulano, faz isto, faz aquilo.  Hoje sou Mordomo, Cozinheiro, Chef, Office Boy, Motorista Particular, Guia Turístico, Administrador, Procurador  e Secretário. Viu como é importante a Paciência?

PENSAMENTO POSITIVO, etc.  –  Inúmeros livros de auto ajuda existem, inclusive religiosos e até para ficar rico, mas não me interessei por nenhum. Os dois acima resolveram todos os meus problemas. O importante também na vida é não perder o Bonde, quando a oportunidade aparece tem que pegar, nunca se sabe se ele vai passar outra vez.  todas a vezes que o Bonde passou eu peguei e soube com esforço e dedicação aproveitar  as oportunidades que surgiram, acreditando sempre no meu potencial e procurando sempre aprender mais. Profissionalmente, sempre aceitei todos os desafios. Já era Gerente Administrativo de uma subsidiária da Cosipa, com 40 anos de idade, quando decidi fazer curso superior (os meus filhos todos se formaram com24/25 anos).  Me formei em Administração de empresas com 45 anos. Trabalhei no Acre e Manaus organizando empresas e finalizei, por necessidade, prestando concurso para  Agente Fiscal de Rendas do Estado de S.Paulo, porque não queria continuar em Manaus,  e,  com 46 anos, na época, era considerado velho para as empresas de renome.   Fiquei  em 109 – lugar entre 300 nomeados num concúrso  de 5.000 candidatos. Um colega de faculdade que era um cranio, ensinava matemática e estatística para os demais, não passou. Aí vale a praticidade, eu estudei só o que me interessava, o resto eu conhecia bem e usava no meu dia a dia. Em Manaus eu ficava estudando as apostilas em vez de aproveitar a piscina do Hotel, como faziam o outros colegas.   Valeu o esforço!

Read Full Post »

« Newer Posts - Older Posts »