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Archive for the ‘Outros’ Category

QUE SACO
Boolero: Siempre que te pregunto….. que saco, que saco, que saco.

RALA MAGUIL
Rala Maguila rala, Maguila rala, Maguila rala, ai ai…

JOAQUIM MERECE A MEIAÉ AMEIA
A mesma música do Maguila: O Joaquim merece a meia, o Joaquim merece a meia, o Joaquim merece a meia

TÔ COM PULGA NA CUECA
Sucesso da Miriam Makeba: Tô com pulga na cueca, pa ti pa tatá.

BOLEROS DE GREGORIO BARRIOS
Maior cantor de boleros na década de 50. Tinha no repertório músicas que só falavam de mulheres más.
Apareceu lé em Mococa e a plateia pedia para cantar: Ingrata, Perfidia, Traicioneira, Hipócrita, Perdida, etc…
Nisso, um gaiato na plateia pediu Filha da p…

COMPASSO DE ESPERA
Antigamente, os conjuntos musicais faziam uma pausa , geralmente para decidir qual a próxima musica, ou mesmo para tomar uma água e ficavam em compasso de espera:
Na bateria com a vassourinha: tchan tchan pum… tchan pum …
Com a sanfona: nheco nheco pum… e a mais conhecida era: Tô ficando véio, tô ficando fraco, encolhendo o pinto, espichando o saco… tô ficando véio, tô ficando fraco…
Hoje em qualquer restaurante ou festa não existe mais isto, só tem o conjunto do Eu Sozinho com teclado que toca musica automática ou o famoso violão com Bos…a Nova que até o Mike Tyson canta.

INTRODUÇÕES
Antigamente, todas as músicas tinham introduções, algumas eram mais conhecidas do que a propria música, ex: Feitiço da Vila, Mulata o teu cabelo não nega e muitas outras.
Ouça um CD do Trio Los Panchos e aprecie todas as introduções de cada música, uma mais bonita do que a outra.

TIRIRICA<
Florentina de Jesus e India seus cabelos, repetindo sempre a mesma estrofe.
Quem pensa que isto foi invenção dele, está muito enganado, ligue na Mix FM ou na Disney FM e vão ouvir dezenas de músicas que repetem a mesma estrofe ou a mesma melodia do começo ao fim. (só que são americanas e estão na mídia comercial, acho que dão lucro)

PARECE QUE NÃO SEI
De Patropi e Le Pera
Eu não sabia, que você sabia, que ela sabia, que eu não sabia, que ela sabia… Parece que não sei? Repete.

MARCHA MILITAR
Muito tocada nas fanfarras escolares nos desfiles
Corneta: Quero cagá mais num posso – Surdo: Toma purgante, caga bastante, toma purgante, caga bastante, toma p…

INESQUECÍVEIS DE VERDADE
Devo ter várias dezenas considerando só as melhores de cada nacionalidade e de cada época.
Sempre gostei de todo tipo de música, desde a sertaneja (não sertanojo tipo faroeste) até musicas clássicas populares. Adoro música russa.

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Se no jantar me perguntarem o que comi no almoço, provavelmente vou dizer não me lembro.

O médico que me disse que com 78 anos é normal falhar a memória recente.

Em compensação, memória antiga está cada vez melhor.

Antes que ela se apague vou deixar anotado umas recordações sobre alguns amigos, figurinhas carimbadas:

ANTUNES

Era o contador e eu o sub-contador. Todas sextas feiras, saíamos juntos para um happy hour e comprávamos um bilhete da Loteria Federal, meio a meio. No fim de semana que eu fui para Mococa na segunda-feira ele estava me esperando com um sorriso de orelha a orelha. Ele tinha comprado o bilhete sozinho e ganhou no primeiro prêmio. Comprou um carro, aplicou no over e me pagou um jantar, como consolação.

Com ele, no largo do Arouche, no Rei da Caipirinha, com duas ou três caipirinhas peguei o maior fogo. Fiquei uns 4/5 anos sem poder tomar caipirinha ou outra bebida doce.

Em loteria eu nunca fui bom. Em Mococa comprávamos da Loteria Mineira, o bilheteiro que era nosso amigo abriu um leque com os bilhetes, eu peguei o 3436 e o meu vizinho pegou o 3435. O meu vizinho ganhou o primeiro prêmio e eu fiquei com a aproximação. Consegui fazer um terno de linho com os quebradinhos que ganhei.

Para não dizer que nunca ganhei nada, ganhei um despertador em uma rifa na Cumbuca.

Este prêmio teve dois significados importantes: 1) O despertador era para eu lembrar que tinha que acordar sempre cedo para trabalhar, o que fiz a vida toda. 2) Para quem não sabe a Cumbuca é aquele sistema que quem ganha é aquele que não é sorteado e fica por ultimo. Entenderam porque eu ganhei?

PETER

Pedrinho era um Office Boy que trabalhava na firma e como a firma era alemã, resolvemos apelida-lo de Peter.

Pense numa pessoa chata. Ele era 10 vezes mais chato.

Naquela época os Bancos da Rua Boa Vista tinham balcões de mármore e davam como ficha de espera uma moeda grande. O pessoal do Banco pedia pelo amor de Deus para não mandar o Peter fazer os pagamentos, porque ele pegava a ficha (moeda) e ficava fazendo pim – piririm – pim pim no balcão.

Mas, ele tinha uma utilidade. Recebemos dois fiscais do IPI, e como eu estava ocupado com o encerramento do balanço, coloquei-os na sala de reunião e apresentei o Pedrinho: este moço é nosso arquivista, podem pedir os documentos que precisarem que ele pega na hora. O Pedrinho sentou do lado dos fiscais e ficou de plantão. Uma hora depois os fiscais foram embora e se despediram dizendo que voltavam na segunda feira. Não voltaram até hoje.

NOMES DIFERENTES

O Suzuki, quando se apresentava: Prazer, Suzuku, aquele que não faz onda (Honda).
O Durante, fazia questão de dizer que não era antes nem depois, era durante.
O Epapharol,geandde colega, infelismente já falecido, dizia pode me chamar de Epa.

IVO MARTINELLI

Ele falava: Nunstã, tá nasquina do banco dustado, era alvo das nossas imitações.

CARLINHOS

O desmancha rodinha. Quando ele chegava o pessoal ia saindo. Dominava qualquer assunto e começava a dar aula sobre o assunto que estávamos conversando. Se fosse cinema ele sabia até o nome do dono da Metro, Fox, etc. Uma vez estávamos falando sobre fotografia, assunto que era a minha especialidade, ele entrou e ai eu vi quantas besteiras ele falava.

PRIMO E SECONDO

Eram dois irmãos gêmeos (meus primos), mas não eram gêmeos idênticos. O Primo nasceu primeiro, era mais bonito e muito educado. O Secondo, além de feio era muito malcriado. Não falava duas palavras sem intercalar um “pqp”. A empregada subiu na balança para pesar e ele: pqp. Só de bunda pqp 2 arrobas pqp.

MAKOTO TANAKA

Colega na escola técnica em curso noturno que gostava de jogar futebol, que jogávamos na hora do recreio, geralmente usando o fruto da paineira como bola. Ninguém conseguia tomar a bola dele. Motivo: Ele tinha um pé defeituoso tipo equino que era duro como pedra e um pisão dele fazia um belo estrago. Chamávamos ele de Matoco e ele ficava p. da vida.

Me recordo também nesta fase de duas coisas interessantes o circo que ficavam ao lado e tocavam o tempo todo: Chiquita Bacana e no final da aula íamos paquerar as artistas do circo que eram bonitinhas. Surgiu também um negocio chamado Coca Cola que davam para experimentar e todo mundo achava horrível.

VITORINO DA CONCEIÇÃO

Ele gostava de promover teatrinho na casa dele, colocava cadeiras e até cobrava ingressos, geralmente pagos com palitos de fósforo. O interessante era como ele anunciava o início do espetáculo: atentão, atentão, ati tem tá falano é o Vitolino da Tonteitão, e prosseguia com o pimeilo numelo. O interessante é que o Cebolinha só foi criado 30/40 anos depois.

BOLA SETE
Era um preto muito extrovertido e que era muito querido em Mococa. Nunca fiquei sabendo o nome dele, sempre o chamei de Negão e ele nunca reclamou. Se fosse hoje, seria processado por racismo. Uma veez.na Rua Direita que antigasmente era reduto da criolada, ele me viu e coom a voz forte que elle tinha, gritou: MOCOCA, o Mococa e veio correndo me abraçar.
Aliás, eu tive vários amigos pretos e nunca tive problema nenhum com eles.
Hoje, chamei um menininho, no eelevador de japinha, a minha cunhada me repreendeu dizendo que os pais poderiam me processar.
É mole? Estamos no Brasil.

CHICO BARBEIRO
Não podia deixar de falar sobre o meu amigo Chico.
Ele foi um dos barbeiros mais conhecidos de Moema. Quando o sóoio dele faleceu, ele fechou o salão e levou uma cadeira para a casa deke. Os fregueses, a maioria gentes importantes, médivcos, diretores, erc. o procurarame ele começous a atentender na edicula de sua casa. VVários clientes dele já faleceram, alguns, freguereese a mais de 50 anos, Hoje com 90 anos, parou de trabaslhar com 89. Costumavamos dizer que ele tinha aparado a barba de Dom Pedro, por ocasião da independencia.
Era uma barbeiro comum, mas era muito bom de papo, conversava sobre todos os assuntos e ficava sempre atualizado com as piadas.
Ele contou como adotou a sua cachorrinha.Um vira latas apareceu na porta da sua casa e a mulher dele deu um prato de comida.
Mo dia seguinte o cão apareceu acompanhado de uma cadelinha.A esposa do Chico falou, tudo bemn. ondde ciome um come dois e deu mais um pratto de comida.
No terceiro dai só apareceu a cadelinha. A mulhrt do Chico deduziu, pô, o cachorro só trouse ela aqui para ensinar o caminho aonde ela iria ter comida. Adotaram a cadelinha que viveu com eles ppo mais de 15 anos.
Parei de frequentar o ss
salão do Chico por não ppoder diorigir. Hopje tem dois salões pperto de casa, um só fala dd futebol e outro parece um velório, se conto uma piada, não sei se não entenderam ou se, se ofenderam,. pela cara feia que fazem.

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Sobre este tema, daria para escrever uns 20 livros, mas vou lembrar apenas alguns contos mais comuns.que presenciei

ROLAND GARROS

Conheço bem São Paulo, só me perco no ABC e na Zona Leste.
Estive na Zona Leste procurando a Rua Roland Garros (“rolan garrôs”) e não achava de jeito nenhum. Ninguém sabia onde era, até que finalmente um iluminado perguntou: rolandi gárrus? Isso isso isso. É ali no segundo farol.
O pior foi que depois fui na padaria e pedi uma cerveja Muchen, o garçom me corrigiu MIXIN. Pois é, quando falo certo ninguém me entende, quando falo errado me corrigem.
Para encerrar com chave de ouro, fiz a besteira de perguntar, como é que eu faço pra voltar para São Paulo, ficaram bravos. Ué, aqui é São Paulo.
Depois disto, morando no Campo Belo, cansei de ensinar aonde fica a rua Demosténes. DEMÓSTENES.

SANTINHOS

Uma das poucas coisas que gostei de ver na Europa foi em Paris. Estava em uma praça, não sei qual e estava tendo uma passeata com mais ou menos 300 pessoas Estavam distribuindo folhetos e atrás vinha um caminhão com um grande aspirador. Terminou a passeata e a praça tinha ficado limpinha.
Na Av. Indianópolis, aonde votava o ex-presidente Fernando Henrique, ficava 2 quarteirões branquinhos de santinhos.
Se tivéssemos uma maquina daquela era uma beleza.

BATATA CHIP

No Botafogo, Rio de Janeiro, peguei um sucateiro se ajeitando para almoçar. Tinha acabado de chegar de viagem e tinha sobrado um tubo de batata chip com mais da metade. Peguei no carro e dei para o sucateiro. Achei que ele ia ficar feliz, mas ele nem me agradeceu e colocou em um canto. Pegou uma lata de bolacha daquelas ovais, colocou um macarrão, umas verduras e legumes, chacoalhou bem que até ficou bonito. Comentei: Isto num restaurante francês, vale uma nota preta. Pegou uma garrafinha de iogurte com cachaça, disse que era para abrir o apetite e comeu tudo. Depois tomou um pouco de água na torneira do bar. E não sei o que ele fez com a batata chip.
Conclusão: no Brasil não tem revolução porque brasileiro não passa fome. Veja quanta sobra boa fica no fim de feira.
A maioria com um feijão e uma cachacinha fica feliz.

RESIDENCUA
Tem um morador de rua, aqui perto, que dorme toda noite na porta de uma loja, aos domingos a entrada fica fechada com corrente para os carros não estacionarem, ele lava as suas roupas e com o jeitinho brasileiro, us a corrente como varal no sol e fica na sombra apreciando o movimento, como se estivesse na propria casa.
MAMÃE EU QUERO
Em 1996, na Europa, depois de não aguentar mais ver igrejas e museus, finalmente, em Nápoles, o guia falou: hoje vamos conhecer uma verdadeira cantina Napolitana. Pensei, achei que que seria ótimo, pois não aguentava mais ver museus.
Chegamos recepcionados por um grupo típico e sentamos em uma pequena arquibancada com palco e com um conjunto daqueles que não precisa de microfone, com uma voz forte e boa. Estava adorando, mas não conseguia ouvir, por causa do galinheiro que estava na plateia. A mulherada não parava de falar. Só pararam quando o conjunto começou cantar Mamãe eu quero e Cidade maravilhosa. Fizeram a maior festa. PQP.. – Gastei uma nota preta para chegar em Nápoles e ouvir MAMÃE EU QUERO e CIDADE MARAVILHOSA?

1/2 LITRO E OUTROS

Chego num Fast Food no SP Market:
Me dá um chopp de meio litro;
– Só tem de 300 e 500 ml.

Na lanchonete da AACD (mais de uma vez):
Me dá um cafezinho;
– Grande ou pequeno?

Numa padoca chique (padaria)
Me dá um misto de salaminho.
– Só salaminho? ? E o queijo, joga fora?

CELULAR

Entrei no elevador, uma mocinha bem arrumadinha, falando no celular, nem me cumprimentou.
– E ai, cumé que Nois fais?
ENTENDI.

ESQUERDA-DIREITA

É incrível como tem gente que não sabe.
Quando peço informação, geralmente pessoas bem vestidas, é normal ver a dificuldade que elas tem para dizer qual é a esquerda ou direita.
Numa ocasião a moça disse com a mão esquerda o Sr. vira à direita e depois com a mão direita, depois o Sr. vira à esquerda.
É óbvio que segui as mãos.

MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO

São dois palavrões na Administração Pública.
A passarela do Aeroporto de Congonhas e alguns museus tombados pelo PATRIMÔNIO HISTÓRICO são alguns exemplos. Ou apodrecem, ou são destruídos por incêndios, mesmo administrados por gente da alta sociedade. Em vez de gastar com alguns empregados para a manutenção, é muito melhor gastar milhões reconstruindo tudo.

CALAMIDADE PÚBLICA

É a alegria dos prefeitos. Uma enchente dá uma verba legal dos governos estadual e federal.
A maior parte do dinheiro??? DESAPARECE.

MINA
Outra coisa que só existe no Brasil
Em Socorro-SP, numa dessas lojinhas qie vende doces, fui lavar a mão e a torneira não fechava.
Avisei a Dona e eele afirmoou que não tinha problema, era agua da mina e ia para o corrego.?

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ANTIGAMENTE

Antigamente- Todos os dentistas sabiam tratar de canal e recuperavam a maioria dos dentes com pivôs e obturações.
Hoje só pensam em implantes. Um único dente, além da demora de 6 meses, não sai por menos de 4 ou 5 mil reais.

Antigamente Havia o médicos da família que examinava o paciente, fazia o diagnóstico e invariavelmente receitava as injeções. Muita gente deixava de ir ao médico com medo das injeções. Hoje, parece que comprimido deve dar mais lucro.
O Pronto Socorro era a Farmacia. Tinham Farmaceuticos que eram melhores que médicos.
Conheço muita gente que faz turismo ambulatorial, hospitalar e laboratorial, terminam uma consulta e já estão pensando na próxima. Quando se precisa realmente de médico, se não tiver um plano de saúde e um bom Pronto Socorro a situação fica complicada.

Antigamente<- O Clínico Geral resolvia quase tudo, hoje, ele manda para um especialista, que por sua vez manda fazer um porção de exames.O resultado é: STRESS ou VIROSE.

Antigamente- Existiam alguns fortificantes bons e baratos que não dependiam de receita médica.
O Neuro Fosfato Escay líquido era muito bom. Foi substituído por comprimidos multi-vitamínicos caros de resultado duvidoso.
O Biotônico Fontoura que hoje é considerado panacéia foi muito bom para mim. Quando era jovem, eu sofria de um mal muito ruim, me embaralhava a vista como se fosse a resistência de uma lâmpada e logo a seguir uma fortíssima dor de cabeça. Um amigo disse que era fraqueza, para eu tomar o Biotônico. Tomei uns dois vidros e nunca mais tive este problema.
Haviam outros fortificantes famosos, como o oleo de fígado de bacalhau, mas eu nunca tomei.
Me fazia muito bem, também, a injeção Metiocolim b12, como anti-tóxica do fígado. Até hoje, só vou ao médico uma vez por ano para uma revisão por causa dos meus 78 anos, mesmo assim a contra-gosto.

Antigamente – A gente ia ao cinema como se fosse a um teatro: Cines Marrocos, Olido, Ipiranga e Payssandu, verdadeiros palácios, hoje abandonados e alguns passando só filmes pornôs.
Hoje vamos em shoppings com salas pequenas e frequentadores mal educados.

Antigamente – A gente ouvia todo tipo de musica no rádio, músicas boas, nacionais e estrangeiras, portuguesas, espanholas, alemãs, russas, francesas, italianas, andinas, paraguaias, argentinas e até americanas. Hoje, qualquer programinha de calouro, mesmo não sabendo uma palavra, o pessoal só canta ingreis. Parece que o idioma é mais sonoro. Falta uma cultura mundial.
Hoje, só ouvimos americanas e nacionais de má qualidade. É uma lavagem cerebral.
Depois de uma ou duas notícias, ou algum anúncio, antigamente, o locutor dizia; e agora dando prosseguimento a nossa parte musical, ouviremos com Cauby Peixoto, de Ari Barroso a Quarela do Brasil. Eram sempre mencionados, o cantor, o compositor e até a orquestra ou acompanhamento.
Acho que deveria ter aula de cultura musical nas escolas. Meu filho de 45 anos não sabe quem foi Luiz Gonzaga, Pixinguinha, Frank Sinatra, apenas como exemplo.
Hoje, mesmo que a gente goste de alguma música, não dá para saber quem está cantando. O mesmo acontece na TV, se voce não pegar o início, não vai ficar sabendo porque o apresentador só fala você, ele, aquela, lá e outros pronomes indefinidos.

Antigamente – Só se iniciava na vida sexual com as profissionais. Depois tome injeção de Benzetacyl para curar as gonorreias. Hoje as meninas é que querem furunfar.
O nosso saudoso ex presidente José Alencar, ameaçado por uma moça que dizia ser sua filha, disse que só podia ser filha da p…, porque no seu tempo era só na Zona. Nunca teve outro relacionamento.

Antigamente – Iamos aos bailes tambem, para apreciar as orquestras e os cantores. Quem ouviu O Miltinho cantar no Avenida Danças ou curtiu a Orquestra Tabajara de Severino Araujo que o diga.
Hoje o alto som das baladas (ex-Inferninhos) não dá nem pra conversar.

Antigamente – Depois dos bailes, em pleno centro da cidade, praça da Sé, Praça da República íamos comer bauru e esperar o ônibus ou o bonde até as 6 da manhã sem nenhum problema. Hoje, temos que ter cuidado até com os próprios seguranças dos estabelecimentos.

Antigamente – A praia dos paulistanos era o Aeroporto de Congonhas, onde ficávamos em uma espécie de arquibancada vendo os aviões. Hoje é o Shopping.

Antigamente – O Shoppimg dos Paulistanos era o centro da cidade: grandes lojas, Mappin, Mesbla, belos cinemas, bares, lanchonetes, Bar Brahma, Cinelândia, Salada Paulista e outros na Avenida São João e Ipiranga.
Hoje, é a Cracolândia. Chorei?

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CACHAÇA

Estou escrevendo este post, mas não quero que entendam como incentivo para que bebam. No final, cada um deve fazer o que lhe for melhor.

Churrasco - 1956

Churrasco – 1956

Estou com 77 anos de idade e até bem pouco tempo, quando me perguntavam se tomava algum medicamento, eu afirmava que sim, que eu tomava calmante e antidepressivo; Calmante: Uma mineirinha da boa; Antidepressivo: Uma cervejinha. Agora, infelizmente, me convenceram a tomar remédio para pressão e colesterol.
Passei a beber com mais regularidade depois dos 50 anos. Só bebo cachaça da boa. Daquela que matou o guarda, nem pensar. Sou apreciador e conheço quando a cachaça é boa.

Me considero um alcoólatra controlado, tomo diariamente, como aperitivo no almoço e no jantar e nunca fico bêbado, tomo sempre a dose certa. Antes de me aposentar, só bebia no jantar. A moda atual é tomar inibidores de apetite e eu faço exatamente o contrario, tomo um abridor de apetite.
Todos os médicos que consultei afirmaram que pouco de álcool é bom para organismo, desde que a pessoa se sinta bem.
O nosso organismo avisa quando parar. Foi assim com o cigarro. Fumei por 25 anos, parei a 40, e ainda, em radiografia recente apareceu mancha no pulmão.
Parei num dia primeiro do ano, após ter fumado muito no reveillon e amanhecido com dor no peito.

ZÉ VICENTE
O Sr. ZÉ VICENTE que mora em um barraco de madeira no Parque da Ferradura, perto da Truticultura da Cachoeirinha em Campos do Jordão, parou de beber a 2 anos atrás para poder tomar remédio para pressão. Em Campos do Jordão é normal as pessoas terem pressão alta por causa da altitude 1800m. O interessante é que ele está lúcido e forte e deverá comemorar este ano 107 ANOS DE IDADE.
Eu o visitei recentemente conversamos bem. Gosta de receber visitas.

A ORIGEM
Devo confessar que sou de uma família de alcoólatras. Aprendi que para beber bastante (tempo) tem que beber pouco.
Os que não souberam beber, tiveram que parar.
Na minha terra, Mococa, divisa com Sul de Minas, costumava aparecer ótimas cachaças, que meus tios compravam e eu acabava experimentando. Vale dizer que eles eram apreciadores e nunca ficaram bêbados.
Meu pai, que era muito boa pessoa, mas que infelizmente, não sabia beber e vivia chegando bêbado em casa. Minha mãe chegou a colocar um remédio na comida para que ele não bebesse. Acabou tendo que parar mesmo de beber.
Conheço outro caso de uma pessoa muito boa que parou por causa da cirrose. Em todos os casos, a pessoa não pode tomar mais nenhum gole.

A LIÇÃO
A foto acima foi tirada num churrasco do Banco F. Barreto, onde apareço atrás da diretoria (e dos Puxa-sacos, Já tinha tomado algumas.
O meu chefe levou um litro de uma cachaça muito boa e me mostrou onde tinha escondido, com a recomendação: nâo conte pra ninguém. Eu encontrava um amigo e fazia a mesma coisa e aproveitava para tomar um gole.
Quando saiu o churrasco, peguei uma carne muito dura e continuei bebendo de estômago vazio.
De repente, comecei a passar mal e tive que ser levado ao Pronto Socorro para tomar soro na veia. Dormi até o dia seguinte.
A foto me ajuda lembrar duas coisas importantes:
1-Com cachaça não se brinca.
Fiquei muito tempo bebendo só socialmente e alguns cuba-libres nos bailes.
Só voltei a apreciar a cachaça depois dos dos 50 anos, quando descobri algumas cachaças boas aqui em São Paulo.
2-Não se deve beber sem comer nada logo em seguida, nem que seja um petisco ou tira-gosto.
Depois disto, tive mais 2 problemas, bem menores, originados por bebidas doces.
Fiquei muito tempo sem tomar caipirinha, depois aprendi que a caipirinha deve ser tomada como digestivo e não como aperitivo.

EFEITOS DA CACHAÇA
Normalmente, o álcool faz realçar o temperamento da pessoa. Quem é violento, fica mais violento, quem é brincalhão fica mais brincalhão e às vezes, até chatos. Quem é triste chega até a chorar. Eu, não me classifico em nenhum desses tipos. Eu era brincalhão, sem ser chato e hoje bebo para relaxar e abrir o apetite. Desisti de contar piadas, porque hoje parece que todo mundo está mal humorado e nem explicando a piada alguém ri.
Eu conheço alguns que até fazem cara feia.Sou viciado em fazer trocadilhos, de vez em quando, esqueço e faço um (mesmo sem precisar beber) , levo a maior bronca da minha ilustre consorte, que detesta brincadeiras.(?_;)
Meu cunhado, quando bebia, engrossava com todo mundo. Em compensação, dois amigos de sinuca que não bebiam nem água, quebraram o pau (literalmente, um quebrou o taco na cabeça do outro).
Devo lembrar que se a pessoa já estiver p. da vida, mesmo que tenha índole boa, não deve beber que poderá ficar violenta. A cachaça é ótima para relaxar, quando a pessoa está cansada ou chateada e não quando está furiosa.
Quando era jovem, era um excelente atleta, fazia acrobacias na barra fixa, lutava boxe e fazia musculação, comecei a frequentar bailes (hoje baladas) e tomar cuba-libres e tive que parar. No boxe, só apanhava.
Atualmente, só me preocupa a barriga, como a cachaça tem muita caloria e ainda abre o apetite, é inevitável engordar.
No mais, estou com bastante disposição, faço caminhadas e trabalho (cozinho) bastante, nos meus 77 anos.

A TRANSFUSÃO
Tive aos 20 anos de idade, um reumatismo infeccioso que me consumiu 3,5 anos de salário. Em um dos muitos tratamentos, fiquei internado no hospital comendo sem sal. Logicamente, não comia nada. Quando saí, resolvi me recuperar e tomei um medicamento chamado Iberin Ferroso para anemia. Era duro como ferro e causou um forte hemorragia no estômago. Conclusão, voltei para o hospital e anunciaram na rádio pedindo doadores. Foi de um amigo que tomava umas, que veio doar o sangue que me reanimou. É mole?

A MISSA
Morei alguns dias com meu tio que era zelador do Instituto Pasteur na Avenida Paulista próximo da Igreja que ficava na Brigadeiro Luiz Antonio. Antes da macarronada que a Tia fazia, meu tio me convida para a missa das onze. A missa, nada mais era do que uma sessão de aperitivos e muitos papos em um boteco próximo da Igreja. Eu não conseguia tomar mais do que uma Tatuzinho, mas o meu tio era forte e tomava umas 3 ou 4, era um excelente Happy Hour.

TURISMO ALCOOLÓGICO
Certa vez, vi num Posto da Fernão Dias, em uma redoma de vidro, uma garrafa de cachaça (garrafa simples destas de cerveja) preço na ocasião (12 anos atrás) R$ 350,00. Perguntei: Tem alguém que compra? O vendedor respondeu: O quanto tiver, tem gente que deixa encomendado.
Era a Havana, hoje Anísio Santiago, Havana era um rum Cubano famoso. A história é a seguinte: O Sr. Anísio fabricava com carimbo e não vendia pra ninguém, só estocava em tonéis de bálsamo. A cachaça era tão boa, que ele usava para pagar os empregados, que revendiam por bom preço. Quem insistia em comprar tinha que pagar um bom preço.
O Sr. Anísio morreu e os herdeiros passaram a comercializar o grande estoque que ele deixou.
A boa cachaça, não precisa necessariamente ser cara. Nas minhas viagens descobri vários alambiques pequenos em algumas cidades com ótimas cachaças: Salesópolis, Socorro, São Luis do Paraitinga, Monte Alegre do Sul e Luminosa-MG, para citar as mais próximas. Na Serra do Rio Rastro em São Joaquim-SC encontrei uma excelente, pena que não quis comprar garrafão para não aumentar a bagagem. Em Betim, visitei a Fazenda Vale Verde, cachaça premiada e descobri que eles só fabricavam em um período do ano que a cana estava madura, no resto do ano só estocavam para a cachaça descansar.
Quase sempre, uma cachaça cara, com embalagem bonita, não é uma boa. Tem muitas empresas que compram cachaças, compram garrafas bonitas, temperam e vendem como envelhecidas, eu não compro, mas já ganhei muitas dessas.

A BOA CACHAÇA
Uma boa cachaça geralmente é feita em pequenos alambiques, por alguém que gosta e se orgulha do que faz.
Uma boa cachaça deve seguir alguns princípios:
1) Cana de boa qualidade;
2)Fermentação natural do caldo bem feita.Alguns chegam a verificar no silencio da noite noite se a fermentação terminou. Acho que deve ter algum processo mais moderno.
3)Na destilação, deve-se jogar fora os primeiros litros (cabeça) e os últimos litros (rabo), aproveitando só o corpo.
A cabeça é muito forte (quase álcool) e o rabo pode conter alguns resíduos de cobre.
As cachaças artesanais são sempre feitas em alambique de cobre, acham que fica melhor.
Na Universidade de Agricultura Esalq da USP, de Piracicaba tem curso de fabricação de cachaça. Meu filho Cezar estudou lá e me trouxe alguns litros e a cachaça é muito boa.

CACHAÇATERAPIA
No nordeste e em algumas regiões usam muito a cachaça curtis com ervas e raízes, como medicamento.
Tem uma garrafada que eles chamam de Pra Tudo, dizem que levanta até defunto, eu, nunca tomei.
Eu consegui curar uma bronquite de mais de três anos com uma receita que eu mesmo inventei: Cachaça, mel e mentruz, batidos no liquidificador. Não é para encher a cara. Eu tomava um copinho pequeno a noite, e deu certo a experiência.

O SANTO
Confesso que não acredito, mas toda vez que eu precisei ele me ajudou.Quando estou esperando noticia de um filho que não chega ou tenho que fazer uma viagem, sempre deixo reservada meia dose para o Santo.
Em um Hotel Fazenda na cidade de Bananal em um casarão do século 19, tombado pelo Patrimônio Histórico. tinha um altar com 3 ou 4 garrafas de cachaça para oos hospedes degustarem e alguns copinhos com restos que diziam eram reservados para os Santos.

PIADA CLÁSSICA
Contada pelos caipiras: O sujeito tinha acabado de ganhar um litro de uma preciosa. Com a pressa de chegar em casa para tomar logo um gole, tropeçou e levou um baita tombo. Sentiu um líquido escorrendo pelo corpo e exclamou:
TOMARA QUE SEJA SANGUE.

CONCLUSÃO

Se tomada com critério, a CACHAÇA é uma boa bebida. As demais, não servem como aperitivo. É comum ver pessoas que tomam um litro de Whisky por dia. Vi uma atriz famosa de novela, filmando em uma metalúrgica, acompanhada de 1 litro de vodka. A onde ela ia o litro ia atrás. O Vinicius que o diga.
Quanto aos jovens, esperem para começar a beber depois dos 40 e depois que já tiverem sucesso em suas vidas. PARA RELAXAR.
Quando jovem, eu ia em bailes, tomava uns dois ou três cuba-libres para descontrair, mas o meu objetivo era namorar.
Hoje, infelizmente a molecada vai às baladas para beber (inclusive as mulheres) – Depois provocam acidentes ao dirigir!

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Cegueira

Vários médicos já me disseram: tem uma noticia boa e uma ruim; A boa é que eu não vou ficar cego, a ruim é que não tem cura.

vou precisar de lentes ou lupas de até 16 graus para ler documentos. A visão periférica está boa, mas o a visão central ficpu ruim. É O QUE SE CHAMA DE VISÃO SUB-NORMAL.
CONCLUSÃO: Tenho que me adaptar com as lupas e muita paciência.

O QUE NÃO CONSIGO FAZER: Assistir filmes legendados. Só assisto filmes brasileiros, ou dublados. Ler jornais, livros e revistas.

O QUE CONSIGO FAZER COM DIFICULDADE: Com óculos de 14 graus mais lupa e boa luminosidade, consigo ver alguns documentos, assim mesmo só vejo o que interessa, data, vencimento, valor e o que se refere. Descascar batatas, a pele é da mesma cor, fazer fatias finas de salaminho e legumes (antigamente eu fatiava melhor que na máquina). Pegar ou colocar qualquer coisa da mesma cor. O café, tenho que por em xícara branca, o leite em caneca escura. Sinuca, só como exercício visual e de paciência. As bolas desaparecem e tenho sempre que calcular uma margem de diferença para acertar.Futebol na TV espero o replay para ver os gols, bem perto da TV. DATILOGRAFAR: Agora, após quase 4 anos estou conseguindo datilografar.Tatilografava os textos com indicador da mão direita e errava muito. Me esforcei e hoje estou datilografando , Ler emails com a lupa do Windows (magnifier) mais a lupa manual.
Agora descobri que erro menos DATILOGRAFANDO com os 10 dedos (jun/15)

O QUE CONSIGO FAZER COM RELATIVA FACILIDADE: Caminhadas, tomando cuidado para atravessar a rua e não tropeçar (já caí tropeçando em uma tartaruga). Cozinhar utilizando o tato e graças a minha experiência.

O QUE NÃO DEVO FAZER:
Dirigir. Corro o risco de bater na guia e só vejo os imprevistos quando já estão muito perto. Quase passei por cima de canudos. O perigo são os pedestres que abusam. Já faz um ano e meio que não dirijo. Não posso também fazer movimentos automáticos sem prestar muita atenção, já quebrei copos e derrubei bebidas por erros de cálculo.

VANTAGENS:
A minha esposa tinha medo de dirigir em estradas e hoje ela dirige bem e até gosta. Ela está aprendendo bem a se virar na internet e conferir extratos de Bancos, ficando mais independente.

MAIOR PROBLEMA
Como não usop crachá, tidos acham que eu enxergo o que muitas vezes dá mal entendido e confusão.
Mesmo quem sabe do meu problema, esquece e pergunta V. viu isto, V. viu aquilo?

V O U   C O N T I N U A R    T R E I N A N D O – Obrigado!

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AMIGOS

Amigo é a coisa mais importante que existe. Se não fossem meus amigos eu não seria nada que sou hoje, principalmente no aspecto profissional.

Apesar de eu sempre ter correspondido, lutado e trabalhado bastante,  muitas das chances que tive na vida, devo aos meus amigos.

Amigo não é só companheiro, não é preciso estar com a gente todo dia, o  verdadeiro Amigo é aquele que sempre lembra de você e te ajuda na hora certa.

O verdadeiro amigo é aquele que te xinga e dá bronca e te dá conselhos e críticas objetivas .

É melhor uma bronca sincera do que um elogio falso. Amigo que é amigo a gente pode chamar de “Fidubuta”.

Hoje, com o meu sistema de vida atual, 75 anos e aposentado,  só tenho um amigo que posso chamar de  “Fidubuta “, o Borbão – foto acima. Sempre que passo em frente, o cumprimento.

Minha mãe  era cri-cri, mas ela sabia das coisas, e sempre me dizia: Veja com quem anda, escolha bem  suas amizades e sempre me dava bronca quando achava que eu não estava andando com boas companhias, lembrando os  ditados: Digas com quem andas que direi quem tu  és  e  Antes só que mal acompanhado.

Tive todo tipo de amigos, nunca discriminei nenhum, respeitava todos e todos me respeitavam, nunca me trouxeram nenhum problema, ao contrário, a maioria sempre me ajudou.

Tive amigos negros,  um deles a gente chamava de Bola Sete, amigo turco que chamava de brimo (primo), amigo português que chama de batricio (patricio).

Tive amigos doidões, brincalhões,  inteleques e  o chato que  geralmente é o amigo do peito, aquele que aparece a qualquer hora, mesmo  sem desconfiar que está atrapalhando.

O amigo da Onça, felizmente não tive nenhum.

Dizem que o cão é o melhor amigo do homem. Há controvérsias, eu já acho que o homem é que é o melhor amigo do cão.

Outros acham que o whisky é o melhor amigo, só que é engarrafado, eu prefiro uma boa cachaça, na dose certa, apenas como aperitivo. O whisky não serve como aperitivo e o pessoal fica viciado e bebe a qualquer hora.

Quando estive no hospital com uma hemorragia no estômago causada por comprimidos de ferro para anemia, vários amigos compareceram para me doar sangue.

Naquele tempo a doação era feita diretamente do doador para o paciente, não existia sangue estocado.

Por coincidência o sangue que me reanimou foi o de um amigo que tomava umas e outras.

O Helio Fortes foi um dos meus amigos de fotografia. (veja post sobre fotografia)

Ele tanto fez, que, mesmo com os poucos recúrsos de que dispunha, resolveu filmar o meu casamento.

Como não tinhamos projetor, conseguimos ver o filme só uma vez .

Naquele tempo (1965)  não existiam  filmadoras digitais, era fita de cinema mesmo. Alugamos um projetor e não soubemos usá-lo e o filme estragou.

Foi uma pena, porque ele havia filmado o avô da minha esposa, Sr. Atushi, com 85 anos,  fazendo uma apresentação com uma legítima espada de Samurai.

Como era relíquia, quando ele faleceu, foi passada para outro japonês da familia, para ser preservada.

O José Carlos dos Reis foi outro amigo de fotografias, e foi um exemplo de como deve ser um verdadeiro amigo, aquele  que sempre  lembra dos amigos, mesmo estando distante.

Estando já em São Paulo  e fazendo  uns 2 ou 3 anos que a gente não se via, ele me localizou e me surprendeu, convidando  para trabalhar com ele em uma subsidiária da Cosipa.

Ele era auditor na Cosipa e sentiu a necessidade de reformular a administração na firma de  Mineração da Cosipa e o cargo era de gerente de contabilidade.

Apesar da indicação dele, tive que fazer 3 dias de testes, que ele chamava de teste para astronauta. Felizmente fui bem e consegui o cargo.

Meu filho André sofreu um acidente grave há mais de 8 anos. Tinha muitos amigos e todos sumiram.

Só um ainda se preocupa com ele, o Alexandre (Babá) que sai com ele toda semana para ir a Igreja Adventista e comer pizza, e, ainda lhe dá bronca não deixando comer sobremesa para não engordar.

Nesta lista de amigos  especiais, não tenho a menor dúvida que, para mim,  o meu avô LUIZ foi lo mais importante.

Foi ele que me pegou pelo braço, quando eu ainda era moleque e levou para matricular no cúrso noturno de Técnico em Contabilidade.

O quintal da casa dele era uma verdadeira chácara, tinha mangueiras, jabuticabeiras, goiabeiras, laranjeiras e eu aproveitava para fazer exercícios, plantar  milho e caçar rolinhas, que eu limpava e salgava durante o dia e comia de noite junto com meu avô, assando no espeto no fogão a lenha.

Para encerrar esta lista de amigos importantes, não posso me esquecer Dele – DEUS.

Ele sempre está sempre  me testando com alguns  problemas e sacrifícios, como se estivesse sempre querendo dizer, não se esqueça de Mim,  estou de olho em você.

Mesmo assim, Ele tem me dado  grandes alegrias, e, não posso reclamar:

Uma familia maravilhosa, esposa, filhos, netos e noras, todos com saúde e boas pessoas.

Dormi no volante e fui salvo pela buzina de um camioneiro. Sofremos assalto a mão armada durante duas horas e escapamos ilesos.

Trabalhei 20 anos na Fiscalização Direta de Tributos, enfrentando muitas vezes alguns verdadeiros bandidos, ou contribuintes revoltados e consegui me aposentar sem nenhum arranhão, tanto fisico, como profissional.

Deus me deu um auto controle muito grande que posso até dizer que é a minha maior virtude.

Com os meus 75 anos, posso considerar que estou com uma saúde relativamente boa.

Ainda consigo jogar sinuca duas vezes por semana,jogando  bem contra adversários bem mais jovens.

Tenis de mesa também ainda consigo jogar mais ou menos bem.

OBS: Não sou adépto de nenhuma religião especificamente, más, acredito muito em Deus, e, principalmente na sua Justiça.

Acho que se eu continuar  respeitando os meus semelhantes, tratando bem dos animais e das plantes, agindo sempre com Amor (esta é a palavra chave),  Deus sempre me ajudará, desde que eu também O ajude, ou seja, ele me dá 10% e o restante eu tenho que me virar.

 

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A PROLE

Um caipira estava sendo entrevistado em uma firma e o entrevistador perguntou:   O Sr. tem uma prole grande?

O caipira admirado respondeu: Ói moço, não é muito grande não, mais as muié num tem recramado.

O entrevistador deu uma risada e fallou: Não é isto que o Sr. está pensando, prole é a quantidade de filhos.

An bão. Num é muito não, tenho só 8 filhos vivos, 2 morreram. A minha irmã teve 12 e a minha mãe 15.

Esta historinha dá para ter uma idéia de como é a natalidade no Brasil.

Hoje temos a Televisão que é um verdadeiro anestésico. Quem tem TV no quarto geralmente dorme com ela ligada.

As pílulas e um pouco mais de informação, em algumas regiões, a natalidade ficou um pouco mais controlada.

Nós tivemos 4 (acho que exageramos) – No começo, 3 em seguida com diferença de 1 ano cada,  todos homens.

Quando eram pequeninos, saiamos com os 3 em um único carrinho de bebê e o pessoal pensava que eram gêmeos.

Na foto acima, a prole inicial de 3.   Na foto abaixo a atual de 4.

Na realidade, o trabalho para criar os 3 pequenos é o mesmo de criar um. Não tendo muita diferença de idade eles brincam juntos e quase não brigam. Se tiv er 3 anos de diferença, dá muito mais trabalho por causa dos ciumes.

10 anos depois, tentamos uma menina e veio outro sacudo.  A  primeira coisa que a gente vê quando a criança nasce é o sexo.

Graças a Deus conseguimos criá-los  bem.

O pessoal antigo costuma dizer que quem tem um, não tem nenhum, porque se morrer fica sem.

Filho é para sempre. Os pais cuidam  dos filhos a vida toda. Os filhos nem sempre cuidam. Geralmente casam, formam nova familia e fica dificil cuidar de um idoso, principalmente se ele ficar caduco ou não tiver independência para se cuidar.

A Melhor solução e colocá-lo numa casa de repouso, fazer visitas periódicas e conversar sobre assuntos de seu interesse e mantê-lo informado sobre as novidades da familia.

Shopping Interlagos –    Toda vez que vou ao Shopping Interlagos, geralmente aos sábados, fico  admirado  de ver a quantidade de crianças passeando com os pais. O Shopping é bem grande e não se consegue andar  10  metros sem cruzar com um carrinho de bebê ou uma criança com menos de 5 anos. (fora as maiores)

Foi isto e mais o que eu vi na Europa é que me deu a idéia de falar sobre o assunto.

Visitando um convento em Padova, na Italia, conversamos com um padre brasileiro que se queixou: Aqui é uma maravilha, só que infelizmente não querem ter filhos. Batizado aqui é coisa rara.

Isto foi há 18 anos atrás. (repito 18 anos)

Foi o que constatamos durante os 15 dias que ficamos na Italia, França e Espanha visitando Museus, Shoppings e lugares turísticos tradicionais. Só vimos uma criança e era neguinho, provavelmente adotado.

Um detalhe, até hoje (2011) não aguento mais ver MUSEUS,  fiquei intoxicado de tanto ver museus  na  Europa.

Talvez no campo ou no interior na Europa nasça alguma criança, mas não deve ser muitas porque senão o Padre não teria reclamado.

Esta fertilidade do povo brasileiro seria ótima se os nossos politicos se preocupassem em dar educação. Em pouco tempo seriamos uma grande nação, mas parece que eles não querem porque perderiam os eleitores.

No norte e nordeste.   Maranhão, Piaui, Alagoas, Paraiba,  etc. ainda temos os coronéis que mandam no Brasil e  graças ao analfabetismo mantém um  controle sobre os eleitores.

No Acre, por exemplo se você falar mal de um simples vereador, corre o risco de amanhecer com a boca cheia de formiga. Lembram do Chico Mendes? Eu trabalhei lá e foi a primeira coisa que me avisaram quando cheguei.

Um estado que  não tem sustentação própria e sempre dependeu da Federação, mas que no entanto,  foi um dos  que mais teve senadores e forneceu mais  Ministros e Secretários  para  o governo Federal.

Tem país bem mais pobre do que o Brasil, mas  que prioriza o ensino dando escolas e creches desde os primeiro anos de vida as suas crianças.

Nosso vizinhos Chile e Argentina, por exemplo, onde o povo tem mais cultura, a população jovem está sempre se rebelando contra certas decisões governamentais  reinvindicando direitos.

Aqui, nossa juventude se rebela contra o time de futebol invadindo concentrações, quebrando carros de jogadores e brigando contra torcidas rivais

No Brasil, Sucateiro, catador de papeis e recicláveis ganham mais do que PROFESSOR!!!?

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BAILES

Eu não poderia deixar de falar deste assunto, pois foi uma das melhores fases da minha vida.

Dentre as minhas atividades, das quais cito como acima da média foi a de dançarino de dança de salão.

Ainda hoje, quando vou a um hotel ou restaurante com musica ao vivo, fico com inveja dos casais que estão dançando bem.

Porque não danço mais,  se a dança de salão é uma das atividades favoritas do pessoal da terceira idade?

Acontece o seguinte, a minha esposa, apesar de eu tê-la conhecido em um baile, é um pouco dura para dançar e embora  conheça bem  os passos, não consegue entrar no ritmo.

Por outro lado, tem aquela velha máxima que diz que levar a nomorada ao baile é o mesmo que ir ao churrasco e levar sanduiche.

Outra desculpa é o tênis.  Estou viciado neste tipo de calçado que, realmente, não é apropriado para dança de salão.

O ideal seria um sapato de sola de couro e nunca me lembro de levar um.

Aliás, sempre íamos aos bailes trajados a rigor com sapato bico fino bem engraxado. Eu tive um terno de linho branco que quando eu abria o armário ele já sabia, hoje tem baile.

Nas décadas de 50 e 60 não perdia um baile. Dançava com várias garotas durante o baile, umas porque eram minhas amigas, outras porque dançavam bem e algumas para paquerar.

Dançamos agarradinhos e na maioria das vezes de rosto colado. Sempre tinha uma que ficava reservada  para sair e namorar no fim do baile.

A cantada era levar pra casa.  As vezes, quando tinha garota nova, havia até uma disputa entre os bacanas.

Uma vez, peguei um valentão que queria me bater, consegui acalmá-lo e convencê-lo que estava errado e no dia seguinte ele veio me pedir desculpas e agradecer por ter evitado que ele desse vexame no clube, onde ele já estava manjado.

Naquele tempo, não tinha pilula, nem motel e só namorávamos mesmo era  nos portões das casas,  as vezes dava zebra e não pintava nem um beijinho.

Ainda sobre o tema, tem uma entrevista do vice- presidente  José Alencar em que o reporter peguntou sobre uma mulher que dizia ser sua filha e estava reinvidicando paternidade,  e ele, gente finíssima e simples, com a maior sinceridade respondeu:

No meu tempo a gente só transava  na ZONA e eu não tive amores ou amizades com nenhuma delas.

Como na época eu era um ilústre desconhecido, retrucou,  se isto aconteceu foi pura fatalidade. O reporter entendeu a mensagem e perguntou, então só pode ser filha da P.?

Constrangido o Zé Alencar, não, pelo amor de Deus eu não quiz dizer isto.

Quando não tinha baile em Mococa, sabiamos sempre em qual cidade vizinha ia ter um. Alugávamos taxi e não perdiamos nenhum destes eventos. Ninguém da turma tinha carro.

A cidade de Tapiratiba era sempre a mais esperada, as garotas eram bonitas e nos bailes tinha sempre mulher sobrando (pelo menos umas 4 para cada homem). No carnaval era comum  eu ficar acompanhado de duas.

Eu dançava tão bem que para a minha formatura de Técnico em Contabiliade, escolhi como madrinha a minha amiga Dirce,  que era uma excelente dançarina. Dançamos uma valsa espetacular, rodávamos tanto para a direita como para a esquerda e ocupávamos todo o salão. A  maioria quando dança a valsa, só gira para a direita.

Dancei com todas as orquestras que haviam na época: A Tabajara de Severino Araujo, Sylvio Mazzuca, Românticos de Cuba, Pedrinho de Guararapes que era do interior, mas muito boa, Al Mônaco que tocava um pistão (trumpet) maravilhoso e saía tocando no meio  do salão, Osmar Milani, Erlon Chaves  e  por último,  Enrico Simonetti em São Paulo qu  foi  quando conheci a minha esposa.

Tive a honra de tomar rabo de galo com moço desconhecido, mais ou menos da minha idade, descoberto por Renato Murce da Rádio Nacional do RJ, que na ocasião me falou: Este moço vai ser um dos maiores violonistas do Brasil.

Era nada mais, nada menos que Baden Powel.  Bebia todas, parou de beber e já  m o r r e u. Evidentemente que não foi porque parou de beber.

Várias vezes, depois dos bailes, tomávamos cervejas e comíamos um legítimo baurú em em bar de Mococa, acompanhados de Jorge Goulart e Nora Nei, gentes   finas e  assíduos frequentadores de Mococa.

Quando mudei para São Paulo, frequentei todos os salões, O Clube Esso, Atlantic, o Avenida Danças e até a gafieira Som de Cristal.

Em alguns,  não dava para enfrentar as feras dançando e ficava só apreciando as Orquestras e os Cantores.

No Avenida Danças na Av. Ipiranga cheguei a ver o Miltinho cantar. Sou fã dele até hoje.

As dançarinas pelo sistema de Taxi Girl, dançavam muito bem, picavam cartão para marcar o tempo dançado e só podiam sair com algum cliente, depois das 4 quando fechava o estabelecimento.

Eu como estava sempre duro, acho que dancei só uma ou duas vezes com estas profissionais. Ficava como sempre, apreciando a orquestra e os cantores que eram muito bons.

Passei, então, a procurar bailes em clubes, Palácio Mauá, Club Homs, Casa de Portugal, etc.

Foi aí que eu dancei.

Estava na porta do Club Homs, na Avenida Paulista que estava tendo um baile e não estavam deixando ninguém entrar, só os convidados dos promotores da festa.   Um rapaz  me disse que na Casa de Portugal estava tocando o Enrico Simonetti, mas  era baile da colônia japonesa,  só tinha japonês.  Como estava doido para conhecer a orquestra do Simonetti, fui lá e consegui entrar com facilidade.

CONCLUSÃO: Fiquei conhecendo a minha esposa, dei aquela paquerada, amor a primeira vista e marcamos encontro no Largo de Moema para o dia seguinte.

Era solteirão convicto e com 29 anos não pensava em me casar.

O destino é uma coisa muito séria, não costumava dar moleza para as namoradas, nunca esperei mais de 15 minutos de atraso nos encontros marcados. Com a minha esposa aconteceu o impossível, ela atrasou 1 hora e meia e eu fiquei esperando porque não tinha como encontrá-la de novo.

Deu no que deu, eu e a Dona Olga estamos casados  a   46 anos.  Me enforquei no dia de Tiradentes, 21 de abril de 1965

 

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TECNOLOGIA

Não pretendo fazer um trabalho completo sobre o assunto e sim relatar os casos que me ocorreram nos 78,5 anos e que envolveram o desenvolvimento de Tecnologia.
COMPUTADOR

Há tempos que venho admirando e observando os jovens trabalhando nos caixas dos Bancos. Hoje, no Santander me atendeu uma  mocinha (era mais uma menina) que acredito não deveria ter mais de 18 anos.  Apesar dos recúrsos atuais da informática, acho que é uma responsabilidade muito grande.
No BANCO F. BARRETO, onde trabalhei na matriz em Mococa na decada de 50 trabalhei  em todos  departamentos do Banco, menos no CAIXA.
Só utilizávamos  máquinas de escrever mecânicas e maquinas de somar. Para calcular, tínhamos que repetir as operações, somando ou subtraindo. Ex: Para multiplicar um número por 97, repetiamos  – 3 vezes e  + 00 1 vez, ou seja 100 – 3.   As máquinas de contabilidade que usávamos para escriturar a contabilidade, apesar de elétricas eram verdadeiros trambolhões. Esta escrituração era controlada, conferindo o movimento do dia com o fechamento do Caixa. Um operador efetuava todos os lançamentos durante o expediente e outro repetia todo o movimento no dia seguinte, se ocorrece alguma diferença, os dois lançamentos eram confrontados até que a diferença fosse localizada.
O cargo de  CAIXA era considerado de  primeiro escalão, logo abaixo dos Diretores, tinha que conhecer os principais clientes e na duvida consultava a Conta Corrente, tudo controlado através de fichas.
Viu a grande diferença nos dias  atuais com a Informática?  Um jovem tem provavelmente como primeiro emprego o cargo de     CAIXA de Banco mesmo sem experiencia.
Não uso muito a Internet, mas confesso que não vivo sem o Computador, controlo tudo fazendo planilhas no Excell.

DISQUETE
Depois de aposentado fiz uma planilha de um balancete para o condominio e fui na papelaria comprar um disquete para gravar.
O balconista riu e disse isto não existe mais, agora é Pen Drive? Impressionante?

FITA CASSET E
Perdi uma do Trio Rasputin de musicas Russas, que eu adorava, enroscou e partiu.Até hpje não consegui um CD que substituisse.
Aliás o CD tambem está em extinção.

FILLMES
O meu casamento foi filmado, literalmente, com fita de cinema 8mm.
Na ultima projeção enroscou e perdi tudo. Não tive capacidade para emendar.
FICHAS
Ainda nas décadas de 60 e 70 prevaleciam as fichas. Consegui organizar a Contabilidade de várias empresas controlando tudo com fichas.
Com a informática tudo ficou muito mais fácil.
Graças as famosas fichinhas, acredito,  é que estou  com 78,5 anos.
Como sou do tempo das ditas cujas,   acho que  São Pedro perdeu a minha. Estou rezando para ele não achar.
Em nome das  fichinhas, muitas  sacanagens  devem  ter sido feitas, principalmente em  Repartições Públicas, Cartórios, Judiciário, etc.
Já soube de advogados que pagavam  para que  funcionários de baixo escalão   perdessem determinadas fichas. Hoje com a Informática, está um pouco mais difícil, mas mesmo assim o nosso judiciario continua travado.

ARQUIVO
Outro grande problema era o arquivo. Tinhamos que arquivar tudo em ordem Alfabética e  Cronológica e não podiamos errar.
Um documento mal arquivado era um documento perdido.  
Hoje,  conheço muita gente que  não sabe a ordem alfabética.  A Lista Telefônica que obrigava a procura nesta ordem,  não existe mais.Quem sabe a ordem alfabetica é o computador.
Com o aparecimento da micro-filmagem  melhorou um pouco e com a informática, mais ainda.

TELEX 
As comunicações a longa distância por escrito, faziamos por Telex. uma espécie de rascunho gravadas em uma fita perfurada que depois de conferida era transmitida.

FAX
Com o advento do Fax houve uma grande melhora e hoje temos o E-mail.
Hoje é peça de museu

RADIO Trnsmissor
As comunicações verbais para certas regiões eram feitas por Rádio com aquela famosa expressão: Câmbio para passar a palavra para o outro lado Acredito que ainda é usado em algumas circunstancia.

TELEGRAFO
Telegrafo que utilizavva o codigo Morse e que praticamente só existia nas estações ferroviarias.

CELULAR
No inicio dos Celulares, meu sogro japonês Tadasu,com mais de 80 anos, ficava admirado quando atendiamos uma chamada no carro ou num Shopping.Achava uma coisa impressionante.
O meu primeiro celular foi um tijolinho que só pegava em alguns lugares.
Hoje, temos  celular que tira fotos, filma,tira self (foto para trás) tem joguinhos, toca músicas, liga internet e tem alguns até que falam.

G P S
GPS – Quem ainda nãp viu um, vai ficar impressionado quando vê-lo em funcionamento. Como é que consegue inducar o caminho certo em qualquer parte do mundo.

TELEVISÃO
A primeira que era em preto e branco e só alguns possuiam. Hoje até indio tem. O que mais se vê em favelas e no meio do mato são antenas de RV.
Além dos Fast Foods, a Televisão e Internet são  responsáveis pelo aumento do indice de obesidade no mundo. A pessoa viciada na TV e sofá fica sedentária e tem preguiça até de ir na esquina para comprar  pão.

RÁDIO
Eu tive a felicidade de ter crescido nas décadas de 50/60,ma era do Rádio Ainda hoje ainda é um bom meio de comunicação (ver meu post ANTIGAMENTE) O Rádio é mais dinamico, tem mais utilidade publica e podemos ouvi-lo trabalhando sem precisar ficar sentado.As propanda são deesapercebidas, na TV são irritantes;

LINOTIPO
Era uma máquina utilizadda na imprensa. Coisa de louco era uma verdadeira geringonça, os tipos eram reunidos um por um formando uma régua que era fundida com chumbo para formar a linha do jornal.Estas reuas eram dispostas em uma forma para compor a pagina do jornal, que depois era prensada no papelão, que finalmente seria colocado narotativa para rodar o jornal
É mole? Quem quizer ver este trambolhão, tem um no museu da Xilogravura do prof. ANTONIO COSTELA, em Campos do Jordão.
Tive o PRAZER? de ver este troço funcionando;

INTERNET
Fez o mundo ficar pequeno. É pena que tem sido utilizada indevidamente.Deve ser uzada como o celular, para coisas importantes.
O Prof.Antonio Costela fez um livro DO GRITO AO SATELITE que deve falar sobre o assunto.
Infelizmente por problemas visuais – ver post CEQUEIRA, não estou podendo ler.

INJEÇÃP ELETRONICA
Foi a melhor coisa que inventaram. No tempo do carburador, tive um chevette que tinha que fazer macumba para ele pegar de manhã.
Tive um escort que quando esquentava tambem não ligava.

CHAVE ELETRONICA
O meu carro tinha que baixar oo pino e bater a porta. Uma vez fechei a porta com o motor ligado, tive que achar um chaveiro para abrir o carro. Isto, agora, não acontece mais.

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